Orientações para 2012

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Análise das energias da Numerologia e do Tarô que influenciam 2012 – Programa Universo in Foco (04/01/2012)

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quarta-feira, 1 de abril de 2009

• Relacionamento afetivo

namoroLuiz Antonio Gasparetto

• Não é justo tentar mudar as pessoas (elas nunca mudarão por sua causa). Você é que precisa de humildade para aprender a lidar com elas, sem lançar mão de julgamentos.

• Os outros não mudam (porque cada um caminha naquilo que tem de melhor). Você é que tem de fazer uma mudança em si próprio, para se sentir melhor. E você só muda quando pára e puxa: "Estou ruim comigo. Vou mudar".

• As pessoas não estão aqui para mudar a fim de satisfazer as suas fantasias. Elas são o que podem ser. "Ele (a) é ele (a)". "É pegar ou largar".

• É injusto julgar as pessoas. Você deve ver o fundo delas, ouvi-las, investigar a situação com calma.

• Não suponha pelos outros. Pergunte e escute as pessoas para conhecê-las melhor. Ouça, registre e respeite.

• Há pessoas que passam por experiências diferentes das suas, razão pela qual você precisa compreender os problemas delas.

• Quando você se rende à humildade e aprende a lidar com os outros a sua inteligência entra em ação e encontra saídas para os problemas.

• É errado exigir que as pessoas o amem como você quer. Não devemos exigir dos outros mais do que eles podem nos oferecer.

• As pessoas só podem dar o que têm.

• Quando você exige demais de uma pessoa, ela se fecha e passa a mentir e omitir-se.

• Nunca exija dos outros o que você não consegue fazer por si próprio.

• Ninguém o trata bem pelo fato de você tratá-lo bem.

• Quanto mais eu sou alguma coisa para mim, mais a pessoa (à qual me apego) se afasta.

• Você só é responsável afetivamente por si próprio.

• É importante impor limites às pessoas, caso contrário elas nunca saberão até onde podem ir.

• Todos lançam mão do "teste do abuso" o tempo todo. Não se torne passível de abuso, senão você cairá.

• "Você consigo" tem de ficar forte. Forte o suficiente para ninguém perturbá-lo.

• O mundo não vai melhorar. Você é que tem de ficar mais forte e não se machucar com as coisas.

• Quanto mais forte consigo você ficar mais respeito das pessoas terá.

• Quanto mais você ajudar os outros, com sentimento de "pena", "tadinho", tais pessoas, das quais você sentiu pena e que receberam sua ajuda, lhe darão uma, duas, três, quatro facadas, quantas elas puderem.

• Desprezamos a pessoa de quem abusamos, porque nos sentimos humilhados por termos recebido tanto dela. Sentimo-nos fracassados e impotentes, uma vez que a pessoa corre e faz tudo por nós. Quanto mais a pessoa realiza algo para nós, mais impotente ainda nos sentimos.

• As pessoas são claras. Elas se mostram. Você é que se ilude.

• Nunca faça idéia de uma pessoa antes de conhecê-la.

• Conviva com a pessoa para saber como ela é.

• Quem acredita nos outros é burro.

• Fantasiar no terreno afetivo é perigoso. Embora você sonhe com o "Príncipe Encantado", sempre terá pela frente um parceiro humano, falível, repleto de erros. Viva a realidade.

• Num relacionamento, os parceiros devem concentrar esforços para a união.

• Ciúme e cobrança não passam de baixaria. Quem deles lança mão se humilha, se desvaloriza, cai.

• Ciúme é sinal de baixa auto-estima.

• O ciúme é uma doença porque destrói a pessoa, o relacionamento, o amor que existia, o tesão. Causa sofrimento à pessoa. Por isso, o ciúme não pode ser considerado amor, pois o amor não é destrutivo.

• O amor não prende, mas, sim, liberta. Ele torna a pessoa feliz, dá sossego, paz, constrói, ajuda, leva para frente.

• Amor sem inteligência é suicídio.

• Amor é diferente de necessidade, dependência.

• Quem não se ama não ama ninguém.

• O amor primeiramente nasce em você e depois se expande para os outros.

• Desvio psicológico do ciumento: tratar-se como porcaria e pôr o parceiro acima dele.

• Ninguém pertence a ninguém. Existe o "estar" com alguém, repartindo. Não existe o "meu".

• Você precisa se encarar, senão será dependente e não terá bons relacionamentos.

• Regra dos relacionamentos: quanto mais você cobra e quer do companheiro menos você tem dele.

• Envolver-se com alguém é enfrentar a si próprio, aprender a lidar consigo. Você aprende sobre os seus sentimentos, sobre você.

• Num relacionamento, o que você não pode perder de foco é você.

• É você que está em jogo num relacionamento, e não este. Você é mais importante que ele. O relacionamento é conseqüência.

• Você tem medo de perder uma pessoa? Como se ela não fosse substituível...

• Só se perde o que não se tem.

• Posicione-se ao lado de pessoas positivas. Esta deve ser a moradia da sua vida.

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texto recebido por e-mail, da Bê.
imagem: da internet

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terça-feira, 31 de março de 2009

• Fui ajudá-lo chorar

mãosComo anda seu envolvimento com as outras pessoas?

Você é daqueles que se fecham em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe alguém à sua volta que precisa de ajuda?

Ou você é daquelas almas que já consegue se envolver com as dores alheias, procurando diminuí-las, ou pelo menos não deixando que alguém sofra na solidão?

Há uma certa passagem que pode ilustrar isso; passagem vivida pelo autor Leo Buscaglia, quando, certa vez, foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competição era: "a criança que mais se preocupa com os outros".

O vencedor foi um menino cujo vizinho – um senhor de mais de oitenta anos – acabara de ficar viúvo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em lágrimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo.

Quando voltou para sua casa, a mãe lhe perguntou o que dissera ao pobre homem.

Nada – disse o menino – ele tinha perdido a sua mulher, e isso deve ter doído muito. Eu fui apenas ajudá-lo chorar.

A pureza do coração das crianças é sempre fonte de ensinamentos profundos.

Geralmente costumamos dizer que não estamos aptos a ajudar alguém, por não sermos capazes, ou porque sabemos tão pouco para consolar.

Para muitos, esta é uma posição de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o egoísmo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de nós mesmos, e que os outros são menos importantes.

Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar.

Não nos preocupemos se não conhecemos palavras bonitas para dizer, ou se não podemos conceber uma saída miraculosa para uma dificuldade que alguém atravesse.

Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer "estou aqui com você", são atitudes muito importantes.

Muitas vezes, o que as pessoas precisam é de alguém para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando o fantasma da solidão para longe, e não permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso.

Outras vezes, mais importante que os conselhos, que as lições de moral, é o nosso abraço apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de alguém.

Não precisamos ter todas as respostas e soluções dos problemas do mundo em nossas mãos, para conseguir ajudar.

Os verdadeiros heróis são aqueles que ofertam o que tem, o que sabem, e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas lágrimas aos outros.

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Você sabia que não precisamos dizer "meus pêsames" às pessoas, quando enfrentam a morte de um ente querido?

O dicionário nos diz que a palavra "pêsame", significa pesar pelo falecimento ou infortúnio de alguém, e assim sendo torna-se um termo muito pesado, já que aprendemos a compreender a morte, não como um desastre, um infortúnio, e sim uma passagem, uma mudança na vida daquele que parte, e daqueles que ficam.

Não nos preocupemos em ter algo para dizer. Um abraço fala mais do que mil palavras. Uma prece silenciosa é como uma brisa suave consolando os corações que passam por este momento.

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imagem: da internet.
texto (recebi de Miriam Mussi): Equipe de Redação do Momento Espírita, com base nas seguintes fontes: Histórias para pai, filhos e netos (Paulo Coelho); Dicionários Aurélio e Michaelis; Web Site Etiqueta.zip.net

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• El hombre que no habla

Isabel Nogueira

El hombre que no habla
no le dice te quiero a su niña
no le dice que la encuentra muy guapa
y que bella es la presencia de ella en su vida
y como ella le hace feliz.
A veces siente eso, pero esta tan acostumbrado a no decir
que su corazón amarillo se olvidó de como eran las palabras
tan acostumbrado está a habitar las tierras tercas de que decia Neruda.

La mujer para él estaría mejor si fuera quizás callada y ausente,
conforme con su silencio y no deseando más
que su efectiva y viril presencia al lado de ella.
Que se acostumbrara a no decir tambien, y que cuando lo hiciera,
supiera que no haria falta una contestación de él.

La mujer buscaría también el amarillo en su corazón,
y serían felices con el no decir.
Pero hay distancia en el no decir,
y melancolia en el corazón amarillo.
Él mundo interno de ella se contorcia de ganas de hablar.
Por eso le pedia que le contara las cosas que iban por su corazón,
que pensara en porque no le gustaba hablar,
que fuera al que tiene las herramientas que hacen con que uno diga y
por medio del decir que alcanze reconocer sus sentimientos.

A veces el hombre cambiaba, por unos pocos dias o semanas,
para luego volver a callarse
y perderse adentro de su propio pecho.
Poquito a poco ella empezó a darse cuenta de que él no tenía
el mapa de su mundo interno.
Que muchas veces era atropellado por sus propios sentimientos,
y se atrapaba en las redes que no sabia dónde empezaban ni dónde terminaban.

Ella por mucho tiempo se ocupó de traducirle,
de nombrarle los sentimiento,
de hablar por los dos,
de intentar una mezcla rara de charla loca
dónde ella decía por él y ella misma contestaba.
Y tanto le queria
que sentia el corazon amarillo como si fuera suyo.

Encontró en si misma la melancolia y el silencio,
y sus ganas de cuidar hicieran con que
se ocupara de él,
se preocupara por él,
caminasse por los caminos de su mundo interno intentando ayudarle a mapear las zonas de peligro
y ofreciera con generosidad todo lo que sabia dar.

No se puede decir que el no ofrecía tambien lo que sabia.
su amor, su compañia, los cuidados del dia a dia,
el estar a su lado en todos los momentos
y apoyarla en lo que necesitara.
su presencia estaba allí, aunque
muchas veces la mirada lejana la hacia dudar si estaba de verdad con ella.

Pero ella empezó a reconocer la necesidad de palabras que habia nacido con ella,
y que aunque la haya intentado contener, hablaba más y más alto a cada dia.
Percibia que aunque el hombre que no habla le daba todo el amor que sabia,
habia en ella una necesidad de reconocimiento,
una necesidad de que el cuerpo y el alma del hombre amado
diciera lo que veia en ella y la reconfirmara
con el cariño y el amor de sus palabras.

Y con el tiempo,
ella se dió cuenta
de que el hombre que no habla
jamás iba a decir.

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recebi da autora. me emocionei! até chorei. e ela autorizou publicar...
Obrigada, Isa! é lindo! amei!

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segunda-feira, 30 de março de 2009

• Quando um homem ama uma mulher - e vícios!

Yub e Cris

Quando pensamos em vícios, geralmente nos remetemos às drogas. Porém sabemos que os vícios podem ser tanto físicos como emocionais. Existem pessoas viciadas em drogas, outras em alimentos, e ainda, aquelas que são viciadas em emoções ou em algum tipo de relacionamento.

A busca ansiosa pela vivência do vício tende a esconder necessidades internas que não estão encontrando oportunidades saudáveis de satisfação. Quando alguém, por exemplo, quer comer mais e mais, mesmo estando sem fome, talvez esteja mascarando uma fome por nutrição emocional. Quem sabe quer mais carinho e sentir-se protegido? Seu vício de comer, portanto, pode mascarar necessidades internas de ter mais atenção de sua família, por exemplo. E o que leva uma pessoa a buscar no vício o prazer que poderia ser saciado por meios bem mais construtivos?

É bem possível que o vício, seja este qual for, represente uma fuga da realidade. A pessoa tem medo de reconhecer e expressar diretamente suas mais profundas necessidades. Provavelmente ela considera, mesmo a nível inconsciente, que sofrerá menos ao se envolver com algum vício do que expondo suas carências, sua revolta e seus desejos. Então, em vez de declarar o que precisa, procura no vício tanto o esquecimento provisório desse anseio quanto o anestésico dessa dor de não se saciar verdadeira e saudavelmente. Prefere escapar daquilo que a faz sentir-se vazia através de alguma compulsão. E acaba aumentando esse mesmo vazio quando passa o efeito da "droga", ainda mais que este poderá ser acompanhado de muita culpa e desconforto.

Há um princípio na Teoria Sistêmica (Familiar) que comprova esse fato. O princípio chama-se Homeostase e refere-se ao processo autorregulador que mantém a estabilidade do sistema e protege-o de desvios e mudanças. Na família, representa uma tendência da mesma em manter um certo padrão de relacionamento e empreender operações para impedir que haja mudanças nesse padrão de relacionamento já estabelecido.

Sendo assim, quando o "viciado" melhora, a família, ou um outro integrante específico, tende a piorar para manter o equilíbrio na dinâmica familiar. Nesse caso, caberá a cada um dos envolvidos nesse processo doloroso tentar resolver os conflitos juntos, com cada qual fazendo uma auto-observação. A ideia é entender que cada um tem um papel na família, mas que isso não deve ser permanente. Devemos considerar que podemos estar alimentando o vício do outro, em prol de uma autossatisfação inconsciente, a qual pode ter uma baixa autoestima por trás. Não é fácil aceitarmos a mudança do outro em um relacionamento familiar (e aqui se incluem também os casais), pois isso implica que também teremos que fazer a nossa parte na mudança. Podemos tentar manter o mesmo padrão ou promover a autotransformação de todo o sistema familiar.

Um exemplo é o da mãe que se sacrifica profissional ou afetivamente para cuidar de seu filho viciado. Quando este começa a melhorar, ela se sente confusa. Aquele papel que desempenhava na família, servindo-o quase que exclusivamente, é abalado. Agora ela terá de cuidar da sua vida afetiva ou profissional, as quais relegou em função do sacrifício que fez em ser útil ao filho. Inconscientemente, ela tende a evitar esse compromisso com seu parceiro e seu trabalho. Procura manter a função de servir ao filho. Eis a homeostase em ação. Ela, diante da melhora do filho, também precisa fazer um movimento progressista. Envolver-se de uma nova maneira com seu lado afetivo e profissional é o que é pedido dela nessa nova dinâmica familiar. Se ela fizer isso, estará ajudando seu filho, a si mesma e todos os familiares.

Podemos encontrar essa situação bem exemplificada no filme "Quando um homem ama uma mulher." Diante da recuperação de sua mulher Alice Green (Meg Ryan), Michael Green (Andy Garcia) também precisa mudar muitos comportamentos. O papel que desempenhava na dinâmica familiar de sua vida conjugal e na criação das duas filhas precisou ser revisto, de modo a acompanhar os progressos de Alice. Enquanto Michael não percebeu essa necessidade, sua postura, de certa forma, alimentava o vício dela e colocava em risco a relação deles.

Algumas pessoas se casam sem querer ver como o outro é realmente. Então muitas vezes o que no início da relação parece ser legal ou engraçado, depois se torna o pivô das brigas e conflitos no relacionamento. No filme isso fica implícito, mas é possível notar que a princípio Michael se divertia com as atitudes de Alice quando ela estava alcoolizada. Provavelmente ele poderia ter convivido com isso durante todo o casamento e não ter percebido que aquilo era um problema para Alice. De certa forma alimentou o vício dela de maneira inconsciente (ou podemos dizer também que ele reforçava o comportamento de Alice). Com isso, ele também se mantinha em seu papel de homem maduro e responsável por todos.

É bom ressaltar que em uma família, seja com filhos ou não, todos são responsáveis pela dinâmica familiar. Então se há um viciado, o problema não é somente dele, é de todos os integrantes. Cabe a cada um perceber seu papel e assumir a responsabilidade nos relacionamentos. Todos somos co-responsáveis em uma família. Ao percebermos isso todos irão se envolver na resolução de problemas, sem definir vítimas nem culpados.

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fonte: yub-universosimbolico

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quinta-feira, 26 de março de 2009

• Medicina do Céu

Uma medicina do céu está disponível para a cura dos males do coração.

Jose Maria

Vênus em posição de grande proximidade da Terra, se encontra no mesmo grau que o Sol, em Áries, no dia 27 de março, sexta-feira – Viernes, dia de Vênus (veja o mapa).

Vênus rege o coração invisível, o coração de amor, o quarto Chakra (Anahata), a glândula Timo, o íntimo, a intimidade. O Sol rege o coração do sistema solar, é o símbolo da eterna transmissão de vida. É o planeta que nosso corpo rege o coração físico.

A conjunção entre Vênus Retrógrado e o Sol, a 6 de Áries, por seu alinhamento com a Terra, justo quando ocorre a aparição do primeiro filete de Lua Crescente da primavera (hemisfério norte) sugere a abertura de um Portal no Céu, que se abre uma única vez a cada oito anos, marcando o início de um novo ciclo em nossa vida e criando uma oportunidade de conexão entre o nosso coração físico, o coração espiritual e invisível do amor com o coração do sistema solar.

A cada um ano e oito meses Vênus Retrógrado e o Sol se encontram de novo, mas em outras posições do Zodíaco, de modo a completarem um ciclo de cinco conjunções em oito anos. Essas conjunções distam entre si na eclíptica, em aproximadamente 72 graus, formando uma estrela de cinco pontas perfeita, ou um pentagrama: no seu mapa, o seu Pentagrama Individual de Proteção.

O coração de um ser humano, em perfeito estado de saúde, bate em média 72 vezes por minuto. São 72 anos que o Sol leva para retrogradar um grau na eclíptica. A divisão de um círculo (360 graus) por 72, desenha a Estrela de Cinco Pontas de Vênus dando origem a uma Geometria Sagrada nas proporções perfeitas do número áureo observadas no desenvolvimento de todas as formas espirais vivas na natureza, desde as conchas (o nautilus), as flores, até as galáxias.

Derivam do desenho desse ciclo perfeito no céu, os atributos de Harmonia e Beleza Celestiais associados ao planeta Vênus.

Quem já assistiu à primeira aparição matutina de Vênus no mar, que ocorre alguns dias após a conjunção exata, sobre o horizonte oriental anunciando o nascer do Sol é capaz de compreender a alma dos artistas, o porquê que os poetas cantam em versos e prosas o esplendor da Estrela d'Alva. É onde Botticelli se inspirou para pintar o nascimento do amor, lá onde a Mente Universal dos arquétipos se origina para criar o mito de Afrodite.

Na antiguidade os povos de Mesoamérica aguardavam a primeira aparição deste planeta no céu oriental no amanhecer para "venerar" o novo período que ali se inicia, e para isso construíram Templos e observatórios astronômicos que podem ser localizados por toda América Central, inclusive Mexico e península de Yucatan, onde ainda hoje fazem seus rituais e cerimônias nessa ocasião.

Desde 6 de março, o planeta Vênus encontra-se em sua fase de retrogradação. Visto da Terra, aparecendo no por do Sol cada dia um pouco mais baixo, e na eclíptica parecendo andar para trás - na direção contrária a do Sol. A "estrela" vésper encontra-se entre a Terra e o Sol e logo aparecerá matutina.

Dizem os antigos aztecas que nessa posição, o "planeta do amor", assume a polaridade masculina e sua face guerreira (Quetzalcoatl - A Serpente Emplumada), descendo gradativamente em direção ao horizonte, como que submetido à irresistível força de atração, ou magnetismo feminino da Terra (Xoquiquetzal - A Flor Preciosa), até desaparecer mergulhando no horizonte ocidental, quando entra em conjunção com o Sol.

O RITUAL DA ABERTURA DO CORAÇÃO

Aprendi com um Ancião Maia a saudar o Sol.

O Sol é o grande OMITAMA do Universo! Fonte de toda vida, energia e amor.

Antes do Sol nascer podemos nos colocar de frente para o horizonte, fazer uma reverência saudando o Coração do Céu e outra para o Coração da Terra. Agradecer profundamente a oportunidade de estarmos vivos, em processo de evolução e desenvolvimento interior, despertando assim o nosso Ser para a conexão com o momento sagrado, arquetípico dessa passagem, de todos os nascimentos, que é a alvorada, a qualidade espiritual da casa XII, em nosso mapa astrológico.

Essa é também a dimensão da auto-cura (a casa XII), o lugar onde a natureza recorre para criar a vida, as estrelas e constelações - é lá onde o Ser Humano também recorre para recriar-se celularmente, e promover o processo de regeneração e auto-cura, mesmo aqueles que dormem nesse momento do nascer do Sol. A única diferença entre você que está desperto em seu Ser para a auto cura e aquele que também se recria mas está adormecido, é que você sabe disso, e ele não. E essa é a compensação voluntária de suas ações.

Aprendi que antes mesmo de molhar a cara com água ao despertar, precisamos lavar as mágoas, "a má água", e demais sentimentos negativos, que turvam nosso coração.

Ensinaram-me que o nosso coração guarda um "colibri rojo" (beija-flor vermelho) que precisa ser libertado nos primeiros raios de Sol, para mergulhar no manancial da vida que se renova todos os dias, e banhar-se na luz para retornar dourado a sua morada, em nosso coração.

A partir de 28 de março vale a pena ir ao horizonte, onde nasce o Sol para saudá-lo nesse alvorecer de um novo ciclo, nessa ocasião e celebrar a aparição de Vênus matutina, a "Estrela d'Alva". Essa é uma das pontas do seu Pentagrama Individual de Proteção, que se formará ao longo de oito anos. No Rio de Janeiro, a pedra do Arpoador é um bom lugar para essa observação.

Se quiser pode levar uma pedra semi preciosa ou preciosa. A ametista é preferida, pois traz em seus significados a cor violeta e entra em ressonância com os raios do amanhecer. Também pode ser algum Rubi ou um brilhante de pureza especial. Os diamantes são as pedras do Sol.

Dizem que os cristais são os minerais mais evoluídos, pois absorvem a luz e por isso se "impregnam" da informação disponível no céu do momento. Mas a luz mesmo que as pedras estarão absorvendo é a de sua própria consciência renovada, na atitude de querer mudar alguma coisa referente aos seus sentimentos: a consciência de seu coração.

Se em algum outro momento de sua vida for preciso lançar mão de um auxílio para as dores do coração não visível, pode colocar sobre o seu chakra cardíaco a pedrinha "imantada" pelas qualidades positivas de Vênus e Sol em Leão, lembrar-se da existencia do amor celestial por você, pelo simples fato de estar vivo.

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fonte: Oficina de Astrologia.
Recebi do Hector Othon.
Veja mais informações clicando aqui.

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terça-feira, 24 de março de 2009

• A Hora do Planeta



Primeiro filme da campanha de mobilização pela Hora do Planeta. A locução do vídeo foi feita pelo ator Marcos Palmeira, que também aderiu ao movimento.

Participe você também!

No dia 28 de março, apague as lâmpadas de sua sala às 20:30h, por 60 minutos, e participe do ato simbólico que vai mostrar a disposição do brasileiro em combater as mudanças climáticas.

WWF

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• Conflitos nos relacionamentos: Vênus retrógrado até 17/04!

Vênus Retrógrado

Yub

Saudações VENUSIANAS a todos!!

Vênus está em movimento retrógrado desde 06/03/2009. Vênus é símbolo de relacionamentos. As relações sociais e afetivas estão dentro do simbolismo de Vênus.

Quando um Planeta está em movimento retrógrado, há uma necessidade de reavaliarmos as funções por ele representadas.

Portanto, até 17/04/2009, estamos numa fase de reavaliar (retrógrado) nossos relacionamentos (Vênus), seja com algum amigo, com a pessoa parceira ou com as pessoas de modo geral (Vênus).

Alguns mal entendidos e conflitos afetivos e sociais, com a pessoa parceira ou um amigo, poderão necessitar de ajustes. Reavaliar nossos valores afetivos e interpessoais é importante.

Muitas vezes observamos uma pessoa com quem tivemos um relacionamento no passado, seja afetivo ou não, reaparecendo em nossa vida. É como se ela representasse a oportunidade de revermos os valores que tínhamos na época que relacionamos com ela. E observar os atuais valores que elegemos em nossas relações atuais, principalmente com a pessoa parceira.

O que vc valoriza e gosta em um intercâmbio social e afetivo? Seus amigos e a pessoa parceira correspondem a tais valores e gostos?

Vênus, regente de Libra no que tange a relacionamentos, pode representar também nossos elevados ideais quanto a um relacionamento justo, bacana, satisfatório. Corremos o risco, por exemplo, de exigirmos bastante da pessoa parceira nesta fase - e também dos amigos. Queremos que quem se relaciona conosco corresponda às nossas altas expectativas de intercâmbio social e afetivo.

É saudável, portanto, reavaliarmos como estamos reagindo às decepções afetivas e sociais. Até que ponto esperamos do outro algo que, no fundo, é uma expectativa irrealista para esse outro corresponder?

Vc tem cobrado bastante da pessoa parceira e de seus amigos/sócios e se decepcionado com eles? Está obtendo a insatisfação afetiva e interpessoal da pessoa parceira e de seus amigos? Considera-se necessitando se envolver em vários conflitos em seus relacionamentos, principalmente com a pessoa parceira?

O diálogo em busca de entendimento no qual haja um equilíbrio entre o dar e o receber (símbolo-mor da necessidade venusiana/libriana de acordos justos em que cada parte de uma relação merece ser respeitaca e valorizada) é fundamental nesta fase.

O problema é que esta Vênus retrógrada está nada mais nada menos do que no impulso signo de ÁRIES. Cobranças irrealistas sobre a conduta e os valores da pessoa parceira e de quem se relaciona conosco de algum modo estão coloridas pela impulsividade, pela agressividade e por uma franqueza que pode doer ao ferir o outro.

Decisões súbitas de se separar/romper e brigas pela impaciência de se resolver no diálogo os conflitos interpessoais e afetivos podem ser uma tônica nesta época. Áries não tem muito saco para esperar e resolver os desajustes afetivos e sociais com diplomacia e justiça. Quer logo resolver imprudentemente os conflitos. E isso pode colocar mais lenha na foqueira. Pode acentuar os desajustes afetivos e interpessoais.

Relações que terminaram tendem a ser retomadas. Pelo menos um dos parceiros pode querer voltar nesta época. Relações que se iniciam podem ser reavaliadas e os parceiros decidirem termina-la. Um vai e vem, um briga, ata-desata, desentende entende e desentende de novo pode rolar até 17/04. Todo esse movimento faz parte da dinâmica de reavaliações e resoluções de conflitos deste período em que Vênus está retrógrada.

Talvez seja legal a busca por reavaliar e decidir justamente acordos por meio de uma franqueza assertiva e corajosa, em vez de uma impaciência agressiva com a outra pessoa, seja a pessa parceira ou colegas/amigos.

Beijos venusianos-arianos nocês...

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fonte: yub-universosimbolico

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sexta-feira, 20 de março de 2009

• A janela dos outros

Janela

Martha Medeiros

Gosto dos livros de ficção do psiquiatra Irvin Yalom (Quando Nietzsche Chorou, A Cura de Schopenhauer) e por isso acabei comprando também seu Os Desafios da Terapia, em que ele discute alguns relacionamentos padrões entre terapeuta e paciente, dando exemplos reais. Eu devo ter sido psicanalista em outra encarnação, tanto o assunto me fascina.

Ainda no início do livro, ele conta a história de uma paciente que tinha um relacionamento difícil com o pai. Quase nunca conversavam, mas surgiu a oportunidade de viajarem juntos de carro e ela imaginou que seria um bom momento para se aproximarem. Durante o trajeto, o pai, que estava na direção, comentou sobre a sujeira e degradação de um córrego que acompanhava a estrada. A garota olhou para o córrego a seu lado e viu águas límpidas, um cenário de Walt Disney. E teve a certeza de que ela e o pai realmente não tinham a mesma visão da vida. Seguiram a viagem sem trocar mais palavra.

Muitos anos depois, esta mulher fez a mesma viagem, pela mesma estrada, desta vez com uma amiga. Estando agora ao volante, ela surpreendeu-se: do lado esquerdo, o córrego era realmente feio e poluído, como seu pai havia descrito, ao contrário do belo córrego que ficava do lado direito da pista. E uma tristeza profunda se abateu sobre ela por não ter levado em consideração o então comentário de seu pai, que a esta altura já havia falecido.

Parece uma parábola, mas acontece todo dia: a gente só tem olhos para o que mostra a nossa janela, nunca a janela do outro. O que a gente vê é o que vale, não importa que alguém bem perto esteja vendo algo diferente.

A mesma estrada, para uns, é infinita, e para outros, curta. Para uns, o pedágio sai caro; para outros, não pesa no bolso. Boa parte dos brasileiros acredita que o país está melhorando, enquanto que a outra perdeu totalmente a esperança. Alguns celebram a tecnologia como um fator evolutivo da sociedade, outros lamentam que as relações humanas estejam tão frias. Uns enxergam nossa cultura estagnada, outros aplaudem a crescente diversidade. Cada um gruda o nariz na sua janela, na sua própria paisagem.

Eu costumo dar uma espiada no ângulo de visão do vizinho. Me deixa menos enclausurada nos meus próprios pontos de vista, mas, em contrapartida, me tira a certeza de tudo. Dependendo de onde se esteja posicionado, a razão pode estar do nosso lado, mas a perderemos assim que trocarmos de lugar. Só possuindo uma visão de 360 graus para nos declararmos sábios. E a sabedoria recomenda que falemos menos, que batamos menos o martelo e que sejamos menos enfáticos, pois todos estão certos e todos estão errados em algum aspecto da análise. É o triunfo da dúvida.

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Recebi da Bê.

foto: Olivier Taugourdeau - fonte: Pavão Foto

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• Selo Violeta

Selo Violeta"O Selo Violeta representa as sensações que a cor violeta traz para a nossa mente.
Este prêmio é dado ao blog que tem alguma das sensações da cor violeta. São algumas delas: magia, encantamento, graciosidade, magnetismo... e tudo aquilo que parece mágico!"


Quem me indicou foi a Ana, do Roccana (em 18/03/09). Adorei a indicação!!!

Regras:
> Exibir o selo "Violeta" no seu blog com as regras.
> Indicar quantos blogs você quiser, que você considera violeta.
> Avisar os indicados. Não se esqueça disso!
> Escreva dois poderes mágicos que você já imaginou ter.

Meus indicados são:
> Círculo Xamânico Guerreiros da Luz, da Malu.
> Magdala - Feminino Essencial, da Carla.
> Saber da Terra Incensos Nativos
> Sirius Magna, da Zoia

Meus Poderes Desejados:
> Ficar invisível. (isso seria, sem dúvida, muito bom)
> Voltar no tempo – pra fazer diferente. (ah, se eu soubesse ontem o que sei hoje...)

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• Prêmio Dardos

Prêmio Dardos

"Com o Prêmio Dardos reconhecem-se os valores que cada blogueiro emprega ao transmitir valores culturais, éticos,literários, pessoais etc. que, em suma, demonstram a sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre as suas letras, entre as suas palavras. Esses selos foram criados com a intenção de promover a confraternização entre os blogueiros, uma forma de demonstrar carinho e reconhecimento por um trabalho que agregue valor à Web."

Recebi indicação da querida Carla, do Magdala (em 17/02/09).

Indico aqui os blogs que considero que constroem uma cultura, contribuem e enriquecem o universo da internet, conforme as regras a cumprir:
1. Aceitar, exibir a distinta imagem e cumprir as regras.
2. Linkar o blog do qual recebeu o prêmio.
3. Escolher pelo menos 15 blogs para entregar o Prêmio Dardos.

Os meus indicados são:
> A Caixa de Pandora
> Agência da Arte
> A Sacerdotisa
> Brasil RS
> Círculo Xamânico Guerreiros da Luz
> Código de Idéias
> Duda Keiber
> Epílogo
> Maria Alice Estrella
> Pensamentos Dispersos
> Poemblog
> Rede Vidadania
> Roccana
> Salada Crua
> taurusetcancer

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quarta-feira, 18 de março de 2009

• Independência emocional

Paulo Coelho

"No início da nossa vida e de novo quando envelhecemos, precisamos da ajuda e a afeição dos outros. Infelizmente, entre estes dois períodos da nossa vida, quando somos fortes e capazes de cuidar de nós, negligenciamos o valor da afeição e da compaixão. Como a nossa própria vida começa e acaba com a necessidade da afeição, não seria melhor praticarmos a compaixão e o amor pelos outros enquanto somos fortes e capazes?"

As palavras acima são do atual Dalai Lama. Realmente é muito curioso ver que nos orgulhamos de nossa independência emocional. Claro, não é bem assim: continuamos precisando dos outros nossa vida inteira, mas é uma "vergonha" demonstrar isso, então preferimos chorar escondidos. E quando alguém nos pede ajuda, esta pessoa é considerada fraca, incapaz de controlar seus sentimentos.

Existe uma regra não escrita, afirmando que "o mundo é dos fortes", o que "sobrevive apenas o mais apto". Se assim fosse, os seres humanos jamais existiriam, porque fazem parte de uma espécie que precisa ser protegida por um largo período de tempo (especialistas dizem que somos apenas capazes de sobreviver por nós mesmos depois dos nove anos de idade, enquanto uma girafa leva apenas de seis a oito meses, e uma abelha já é independente em menos de cinco minutos).

Estamos neste mundo. Eu, de minha parte, continuo - e continuarei sempre – dependendo dos outros. Dependo de minha mulher, meus amigos, meus editores. Dependo até mesmo dos meus inimigos, que me ajudam a estar sempre adestrado no uso da espada.


Claro, existem momentos que este fogo sopra em outra direção, mas eu sempre me questiono: onde estão os outros? Será que me isolei demais? Como qualquer pessoa sadia, necessito também de solidão, de momentos de reflexão.

Mas não posso me viciar nisso.

A independência emocional não leva a absolutamente lugar nenhum – exceto a uma pretensa fortaleza, cujo único e inútil objetivo é impressionar os outros.

A dependência emocional, por sua vez, é como uma fogueira que acendemos.

No início as relações são difíceis. Da mesma maneira que o fogo é necessário conformar-se com a fumaça desagradável - que torna a respiração difícil, e arranca lágrimas do rosto. Entretanto, uma vez o fogo aceso, a fumaça desaparece, e as chamas iluminam tudo ao redor – espalhando calor, calma, e eventualmente fazendo saltar uma brasa que nos queima, mas é isso que torna uma relação interessante, não é verdade?

Comecei esta coluna citando um prêmio Nobel da Paz sobre a importância das relações humanas. Termino com o professor Albert Schweitzer, médi­co e missionário, que recebeu o mesmo prêmio Nobel, 1952.

"Todos nós conhecemos uma doença na África Central chamada de doença do sono. O que precisamos saber é que existe uma doença semelhante que ataca a alma - e que é muito perigosa, porque se instala sem ser percebida. Quando você notar o menor sinal de indiferença e de falta de entusiasmo com relação ao seu semelhante, fique alerta!"

"A única maneira de prevenir-se contra esta doença é entendendo que a alma sofre, e sofre muito, quando a obrigamos a viver superficialmente. A alma gosta de coisas belas e profundas".

* * *
fonte: Guerreiro da Luz Online (edição 194), publicação de www.paulocoelho.com.br
Copyright @ 2009 Paulo Coelho

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terça-feira, 17 de março de 2009

• Exposição de Tânia Bellora

Exposição Tânia Bellora"Luz e Movimento – Visão além da imagem" é a mostra de fotografias produzidas pela querida Tânia Bellora, que acontece na Galeria de Arte da UCPel – rua Gonçalves Chaves nº 373.

Imagens captadas em câmera digital utilizando a técnica da velocidade baixa e total abertura do diafragma, criaram formas e efeitos intrigantes, desafiando a imaginação. (saiba mais)

A abertura, prestigiada por inúmeros convidados, foi na sexta-feira (13/09). Ocasião em que pude estar com amigas cuja companhia há algum tempo não usufruia. Na foto (dir. p/esq): Fátima Carvalho, Tânia (a artista), Lilia Costa, Helena Badia e Andreia Fuentes. A querida Gabriela Mazza nos recepcionou com sua habitual simpatia e gentileza.

Vale a pena conferir o resultado fantástico do trabalho da Tânia, em exposição até 31 de março. Visitação de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h.

* * *
foto: Gustavo Vara

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