Orientações para 2012

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Análise das energias da Numerologia e do Tarô que influenciam 2012 – Programa Universo in Foco (04/01/2012)

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sexta-feira, 8 de abril de 2011

• O mundo da mentira

Letícia Thompson

Há realidades difíceis de suportar. Há situações tão dolorosas e tão irreais, embora cruelmente reais, que certas pessoas preferem negá-las, como se com isso pudessem apagar sua existência.

E para fugir desses punhais que rasgam a alma com tanta violência é que muitos preferem se refugiar num mundo invisível, sob uma redoma de proteção que as impedem de ver de perto e enfrentar o que tanto faz mal.

Essas pessoas, ao querer libertar-se de um peso, tornam-se escravas da própria dor. Sem justificativas, justificam-se na recusa da cura, que é o encarar a realidade e vê-la de maneira nova e diferente.

Essas pessoas, julgadas doentes, loucas e insanas são apenas uma pequena porcentagem de um mundo onde negar a realidade é a coisa mais banal que existe. Viver no mundo da mentira não é apenas ter um comportamento exclusivo dos que julgamos loucos.

Vive na mentira quem não aceita o fim de qualquer situação: amores que se desgastaram, filhos que cresceram, uma doença que chegou sem avisar, alguém que foi embora, escolhas que não aprovamos e todas essas pequeninas coisas do dia-a-dia que, pequenas, fazem parte da nossa vida.

Chorar e ficar calado num canto não muda nada do que vivemos, a não ser nos deixar à parte da vida que continua a correr do lado de fora. Fazer-se de cego e surdo não modifica a realidade do que não podemos controlar, nem o que os outros pensam e sentem.

Poderemos evitar os espelhos por algum tempo, mas não os evitaremos a vida toda.

Melhor que ignorar a realidade que nos machuca é pegar o que sobra dela e construir um novo mundo ou uma nova maneira de viver.

Se a chuva nos pega de surpresa, que então nos molhe completamente, que o sol nos seque, que o frio não nos impeça de sair de casa, que o calor não nos impeça de dormir, que a dor doa e parta e que a vida seja inteira, completa e real!

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© Letícia Thompson – contact@leticiathompson.net
fonte: www.leticiathompson.net

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• Expressão verbal das emoções

Dr. Marco Aurélio Dias da Silva

Diferentemente dos animais, nós dispomos de uma forma de expressar o que vai na nossa alma: as palavras. É óbvio que, sendo a emoção um fenômeno com importante componente corporal, as palavras por si só não bastam para comunicá-las. E certamente são auxiliares valiosos. Mas, infelizmente, somos condicionados, desde cedo, a não falar sobre o que sentimos, principalmente se esse sentimento for percebido como algo que nos inferioriza.

Tudo pode estar minado por dentro, mas deve-se fazer todo o esforço do mundo para se exibir uma fachada de normalidade. Confessar medos e fraquezas é visto como perigoso para o prestígio pessoal e pode parecer um sinal de insegurança. Paradoxalmente, são justamente as pessoas mais seguras e confiantes que têm menor receio de confessar seus temores e falhas.

Uma das mais antigas descobertas da humanidade indica que o ato de confessar o que sentimos é bom para o corpo e para a alma. A tristeza compartilhada e a dor revelada diminuem as tensões geradas pela angústia e pelas perdas. Mas a importância e o benefício de falar sobre os sentimentos não se restringe apenas à dor.

É necessário também externar e compartilhar as coisas boas. Enfim, a questão é que a repressão das emoções – e de sua expressão verbal – não pode ser seletiva; deve-se “pôr para fora” todos os sentimentos; falar o que realmente se sente, reagir, sentir e externar afeto ou mágoa, se possível de forma educada e respeitosa.

Se a emoção não se libera, agarra-se aos órgãos perturbando seu funcionamento. O desgosto que se pode exprimir por gemidos e lágrimas é rapidamente esquecido; já o sofrimento mudo remói incessantemente o coração e termina por abatê-lo.

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extraído do livro "Quem ama não adoece".
imagem: www.noticias.r7.com

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• Veteranos de guerra

Martha Medeiros

Depois de uma certa idade, somos todos veteranos de alguma relação amorosa que deixou cicatrizes

Outro dia li o comentário de alguém que dizia que o casamento é uma armadilha: fácil de entrar e difícil de sair. Como na guerra.

Aí fiquei lembrando dos desfiles de veteranos de guerra que a gente vê em filmes americanos, homens uniformizados em suas cadeiras-de-roda apresentando suas medalhas e também suas amputações. Se o amor e a guerra se assemelham, poderíamos imaginar também um desfile de mulheres sobreviventes desse embate no qual todo mundo quer entrar e poucos conseguem sair – ilesos. Não se perde uma perna ou braço, mas muitos perdem o juízo e alguns até a fé.

Depois de uma certa idade, somos todos veteranos de alguma relação amorosa que deixou cicatrizes. Todos. Há inclusive os que trazem marcas imperceptíveis a olho nu, pois não são sobreviventes do que lhes aconteceu, e sim do que não lhes aconteceu: sobreviveram à irrealização de seus sonhos, que é algo que machuca muito mais. São os veteranos da solidão.

Há aqueles que viveram um amor de juventude que terminou cedo demais, seja por pressa, inexperiência ou imaturidade. Casam-se, depois, com outra pessoa, constituem família e são felizes, mas dói uma ausência do passado, aquela pequena batalha perdida.

Há os que amaram uma vez em silêncio, sem se declararem, e trazem dentro do peito essa granada que não foi detonada. Há os que se declararam e foram rejeitados, e a granada estraçalhou tudo por dentro, mesmo que ninguém tenha notado. E há os que viveram amores ardentes, explosivos, computando vitórias e derrotas diárias: saem com talhos na alma, porém mais fortes do que antes.

Há os que preferem não se arriscar: mantêm-se na mesma trincheira sem se mover, escondidos da guerra, mas ela os alcança, sorrateira, e lhes apresenta um espelho para que vejam suas rugas e seu olhar opaco, as marcas precoces que surgem nos que, por medo de se ferir, optaram por não viver.

Há os que têm a sorte de um amor tranquilo: foram convocados para serem os enfermeiros do acampamento, os motoristas da tropa, estão ali para servir e não para brigar na linha de frente, e sobrevivem sem nem uma unha quebrada, mas desfilam mesmo assim, vitoriosos, porque foram imprescindíveis ao limpar o sangue dos outros.

Há os que sofrem quando a guerra acaba, pois ao menos tinham um ideal, e agora não sabem o que fazer com um futuro de paz.

Há os que se apaixonam por seus inimigos. A esses, o céu e o inferno estão prometidos.

E há os que não resistem até o final da história: morrem durante a luta e viram memória.

Todos são convocados quando jovens. Mas é no desfile final que se saberá quem conquistou medalhas por bravura e conseguiu, em meio ao caos, às neuras e às mutilações, manter o coração ainda batendo.

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contato: marthamedeiros@terra.com.br
fonte: Zero Hora - ed. 03.04.2011
imagem: www.terragiratg.blogspot.com

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segunda-feira, 4 de abril de 2011

• Reiki Xamânico Estelar

1ª turma do mód 1 de Reiki Xamânico Estelar no FarolGente, foi D+ o curso de Reiki Xamânico Estelar - módulo 1, que aconteceu neste fim de semana no Farol. Muito, mas muito especial mesmo!!!

O curso foi ministrado pelo criador do método, o terapeuta quântico e praticante de Xamanismo Nazareno Sabino.

Eu não sabia quase nada desse trabalho, nem do facilitador. Há uns dois anos, fui guiada pelo cardíaco a guardar um e-mail de divulgação do curso que iria acontecer no sítio dos queridos Doroti e César (o Terra Cristal, localizado em Taquara). Ficou na listinha de cursos que pretendia importar. No início do ano, quando recebi outra divulgação, resolvi fazer contato e agendamos.

Foi uma grata surpresa reconhecer a linguagem sobre as Hierarquias, os Mestres Xamãs e os Comandos Estelares, bem como perceber a sintonia no trato com o Reiki – sem mitos, sem barreiras, simples e natural como é sua essência.

O curso fluiu numa frequência intensa e elevada. Presenças e insights se derramaram sobre nós durante estes dois dias. Sonhos, sensações e sincronicidades trazendo entendimento e liberações... Gratidão profunda pela oportunidade de acessar mais esta ferramenta para cura própria e do outro.

Ah... DELÍCIA!!!

Agora é colocar em prática todas estas ferramentas, estudar, aprimorar e curar(-se).

Em julho teremos segunda turma. Que bom que o tempo está mais rápido e julho está logo ali.

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• Reunião do Conselho Cármico

Ritual para Conselho Cármico31 de março, Reunião do Conselho... hora de fazer agradecimentos e apresentar petições. Convidamos amigos e nos reunimos no Farol, novamente, com a intenção de sermos recebidos e buscar apoio em nossos projetos e processos.

É só olhar para as carinhas faceiras na foto para perceber que o ritual foi muito especial. E os toques que o "povo de cima" deu pra cada um foi no estilo "nos dedos". hehehe

Eu tinha mais a agradecer do que a pedir. Tenho visto meus projetos, um a um, tomarem forma e materializarem-se. Sem dúvida alguma, há o "dedinho" dos Mestres a meu favor. Eu creio! Eu sei! E por isso mesmo recorri a apenas duas questões para as quais necessito que essa ajuda divina se estenda.

Uma delas penso ser simples de alcançar. Creio que aparando algumas poucas arestas e recebendo alguns "toques" dos amigos das estrelas será suficiente para chegar a um termo que satisfaça os envolvidos.

Já a outra tem a ver com a cura do coração e aí... "o bicho tá pegando" faz algum tempo. E olha que não é por falta de empenho, não. O que ainda me falta é sabedoria para aceitar, para me perdoar, para seguir em frente de peito aberto. E nesse item, desejo firmemente ter argumentado o suficiente para merecer da Hierarquia sua intervenção. Já passa da hora de ultrapassar esse conflito.

No mais, sigo em frente bem faceirinha. Tá tudo certo. Tá tudo bem.

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domingo, 20 de fevereiro de 2011

• Na frequência da luz

Para minha alegria, apartir deste mês de fevereiro teremos atendimento de Frequências de Brilho no Farol. A terapeuta Denise Smania (Porto Alegre/RS) nos dará o prazer de sua presença e brilho em consultas mensais.

Sobre este trabalho maravilhoso, segue texto enviado por Denise. Aprecie!


Freqüências de Brilho é um trabalho energético poderoso que afeta e altera as freqüências em nosso corpo, o DNA, desperta e ativa áreas adormecidas e novas de nosso cérebro. Potencializa desenvolvimento, crescimento e cura nos níveis físico, mental, emocional e espiritual na medida em que alinha o Ser com seus aspectos Divinos – o curador interno.

Um pressuposto básico em Freqüências de Brilho é que, além de nossa existência em corpo físico, cada um de nós é também um Ser de Luz. Este processo nos conecta àquela Luz, permitindo-nos a abertura e vivência de nosso Self (Eu) com menos esforço e luta.

O trabalho é feito ao se ativar portais específicos de energia, que existem no corpo e acima do corpo. À medida que o trabalho é feito, todas as células são despertas, tanto fisicamente como espiritualmente. Este processo possibilita desenvolvimento, crescimento e cura em todos os níveis. Cada portal contém o mais elevado aspecto do ser humano e é completo em si. Isso significa que existe um perfeito potencial a ser acessado e ativado através dos portais no corpo. Uma sessão de Frequências de Brilho dura em média de 45 min a 1 hora e o terapeuta trabalha tocando estes portais de energia suavemente, no corpo e acima do corpo.

A técnica foi canalizada por Christine Day em 1986, que curou-se de Lupus em estágio avançado. Em seu processo Christine deu-se conta de que alguma forma ela tinha criado em sua vida as condições da doença, e sendo assim, também possuía a capacidade de criar as condições para a cura. Muitas pesquisas hoje apontam para o reconhecimento dos danos à saúde que são causados por condicionamentos negativos que adquirimos e passamos a reproduzir. Nosso sistema nervoso é um laboratório de variadas substâncias que podem envenenar nosso corpo físico, temos o mesmo potencial para produzir e liberar verdadeiros elixires curadores. Frequências de Brilho atua fortalecendo este poder.

Uma lembrança, um nascimento de lembrança de seu mais elevado potencial que começa a ser transmitido e desperto através das suas células de modo que você começa a conscientemente recordar e vivenciar o self (eu) ilimitado. Não funciona com a mente do ego, e sim através de todo o sistema nervoso e cérebro, e a espiral nas células e no fluido da espinha. Novas áreas do cérebro começam a funcionar pela primeira vez. Você começa a se lembrar e a se conectar às dádivas de VOCÊ MESMO.

É um processo evolutivo onde, gradualmente, o alinhamento e as mudanças concretas na vida tornam-se presentes. Frequências de Brilho tem ferramentas eficientes para facilitar mudanças internas, porém esta acontece quando a pessoa está aberta à transformação e dá os passos necessários para isso. Neste sentido “o trabalho começa quando a sessão termina”.

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Denise Smania – Resumo de Formação:
Frequências de Brilho (Frequencies of Brilliance Practitioner); Professora de Yoga (International Sivananda Yoga Vedanta); Livre Formação em Yoga para Crianças e Adolescentes; Reiki Xamânico; Caminho Sagrado da Fraternidade Branca; Rituais Xamânicos, Caminhante Ancestral; Formada em Ciências Sociais pela Universidade Federal do RS (UFRGS).

– Resumo de Viagens:
Ilha de Páscoa, Itália, Inglaterra, Escócia, EUA, Cordilheira dos Andes (Chile, Argentina e Bolívia), Cuba, Amazônia (Brasil e Bolívia), Serra do Roncador (MT), Chapada dos Veadeiros (GO), outras cidades dos homens e outros matos, rios, cachoeiras, montanhas e mares de nossa Sagrada Mãe Terra.

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• Sentir primeiro

Mário Quintana

Sentir primeiro, pensar depois.
Perdoar primeiro, julgar depois.

Amar primeiro, educar depois.
Esquecer primeiro, aprender depois.

Libertar primeiro, ensinar depois.
Alimentar primeiro, cantar depois.

Possuir primeiro, contemplar depois.
Agir primeiro, julgar depois.

Navegar primeiro, aportar depois.
Viver primeiro, morrer depois.

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• Meu jeito...

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• Muito além...

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sábado, 19 de fevereiro de 2011

• Com o coração

Ana Jácomo

Hoje eu não quero conversas vestidas de uniforme. Diálogos impecavelmente arrumados que não deixam o coração à mostra. As palavras podem sair de casa sem maquiagem. Podem surgir com os cabelos desalinhados, livres de roupas que as apertem, como se tivessem acabado de acordar. Dispensa-se tons acadêmicos, defesas de tese, regras para impressionar o interlocutor. O único requinte deve ser o sentimento. É desnecessário tentar entender qualquer coisa. Tentar solucionar qualquer problema. Buscar salvamento para o quer que seja.

Hoje eu não quero falar sobre o quanto o mundo está doente. Sobre como está difícil a gente viver. Sobre as milhares de coisas que causam câncer. Sobre as previsões de catástrofes que vão dizimar a humanidade. Sobre o quanto o ser humano pode ser também perverso, corrupto, tirano e outras feiúras. Sobre os detalhes das ações violentas noticiadas nos jornais. Não quero o blablablá encharcado de negatividade que grande parte das vezes não faz outra coisa além de nos encher de mais medo. Não quero falar sobre a hipocrisia que prevalece, sob vários disfarces, em tantos lugares. Hoje, não. Hoje, não dá. Não me interessam o disse-que-disse, os julgamentos, a investigação psicológica da vida alheia, os achismos sobre as motivações que fazem as pessoas agirem assim ou assado, o dedo na ferida.

Hoje eu não quero aquelas conversas contraídas pelo receio de não se ter assunto. A aflição de não se saber o que fazer se ele, de repente, acabar. O esforço de se falar qualquer coisa para que a nossa quietude não seja interpretada como indiferença. Hoje eu não quero aquelas conversas que muitas vezes acontecem somente para preenchermos o tempo. Para tentarmos calar a boca do silêncio. Para fugirmos da ameaça de entrar em contato com um monte de coisas que o nosso coração tem pra dizer. Além do necessário, hoje não quero falar só por falar nem ouvir só por ouvir. Que a fala e a escuta possam ser um encontro. Um passeio que se faz junto. Um tempo em que uma vida se mostra para a outra, com total relaxamento, sem se preocupar se aquilo que é mostrado agrada ou não. Se aumenta ou diminui os índices de audiência.

Hoje, se quiser, se puder, se souber, me fala de você. Da essência vestida com essa roupa de gente com a qual você se apresenta. Fala dos seus amores, tanto faz se estão perto do seu corpo ou somente do seu coração. Fala sobre as coisas que costumam fazer você sintonizar a frequência do seu riso mais gostoso. Fala sobre os sonhos que mantêm o frescor, por mais antigos que sejam. Fala a partir daquilo em você que não desaprendeu o caminho das delícias. Do pedaço de doçura que não foi maculado. Da porção amorosa que saiu ilesa à própria indelicadeza e à alheia. A partir daquilo em você que continuou a acreditar na ternura, a se encantar e a se desprevenir, apesar de tantos apesares. Conta sobre as receitas que lhe dão água na boca. Sobre o que gosta de fazer para se divertir. Conta se você reza antes de adormecer.

Hoje, me fala de você. Dos momentos em que a vida lhe doeu tanto que você achou que não iria aguentar. Fala das músicas que compõem a sua trilha sonora. Dos poemas que você poderia ter escrito, de tanto que traduzem a sua alma. Senta perto de mim e mesmo que estejamos rodeados por buzinas, gente apressada, perigos iminentes, faz de conta que a gente está conversando no quintal de casa, descascando uma laranja, os pés descalços, sem nenhum compromisso chato à nossa espera. A gente já brincou tanto de faz-de-conta quando era criança, onde foi que a gente esqueceu como se chega a esse lugar de inocência? Fala da lua que você admirou outra noite dessas, no céu. Da borboleta que lhe chamou à atenção por tanta beleza, abraçada a alguma flor, como se existisse apenas aquele abraço. Diz se quando você acorda ainda ouve passarinhos, mesmo que não possa identificar de onde vem o canto. Diz se a sua mãe cantava para fazer você dormir.

Senta perto e me conta o que você sentiu quando viu o mar pela primeira vez e o que sente quando olha pra ele, tantas vezes depois. Se tinha jardim na casa da sua infância, me diz que flores riam por lá. Conta há quanto tempo não vê uma joaninha. Se tinha algum apelido na escola. Se consegue se imaginar bem velhinho. Fala da sua família, a de origem ou a que formou. Das pessoas que não têm o seu sobrenome, mas são familiares pra sua alma. Fala de quem passou pela sua vida e nem sabe o quanto foi importante. Daqueles que sabem e você nem consegue dizer o tamanho que têm de verdade. Fala daquele animal de estimação que deitava junto aos seus pés, solidário, quando você estava triste. Diz o que vai ser bacana encontrar quando, bem lá na frente, olhar para o caminho que fez no mundo, em retrospectiva.

Podemos falar abobrinhas, desde que sejam temperadas com riso, esse tempero que faz tanto bem. A gente pode rir dos tombos que você levou na rua e daqueles que levou na vida, dos quais a gente somente consegue rir muito depois, quando consegue. A gente pode rir das suas maluquices românticas. Das maiores encrencas que já arrumou. Das ciladas que armaram para você e, antes de entender que eram ciladas, chegou até a agradecer por elas. De quando descobriu como são feitos os bebês. A gente pode rir dos cárceres onde se prendeu e levou um tempo imenso pra descobrir que as chaves estavam com você o tempo todo. Das vezes em que se sentiu completamente nu diante de um Maracanã, tamanha vergonha, como se todos os olhos do mundo estivessem voltados na sua direção. Das mentiras que contou e acreditaram com facilidade. Das verdades que disse e ninguém levou a sério.

Não precisa ter pauta, seguir roteiro, deixa a conversa acontecer de improviso, uma lembrança puxando a outra pela mão, mas conta de você e deixa eu lhe contar de mim. Dessas coisas. De outras parecidas. Ouve também com os olhos. Escuta o que eu digo quando nem digo nada: a boca é o que menos fala no corpo. Não antecipe as minhas palavras. Não se impaciente com o meu tempo de dizer. Não me pergunte coisas que vão fazer a minha razão se arrumar toda para responder. Uma conversa sem vaidade, ninguém quer saber qual história é a mais feliz ou a mais desditosa.

Hoje eu quero conversar com um amigo pra falar também sobre as coisas bacanas da vida. As miudezas dela. A grandeza dela. A roda-gigante que ela é, mesmo quando a gente vive como se estivesse convencido de que ela é trem-fantasma o tempo inteiro. Um amigo pra falar de coisas sensíveis. Do quanto o ser humano pode ser também bondoso, honesto, afetuoso, divertido e outras belezas. Dos lugares onde nossos olhos já pousaram e daqueles onde pousam agora. Um amigo para conversar horas adentro, com leveza, de coisas muito simples, como a gente já fez mais amiúde e parece ter desaprendido como faz. Um amigo para se conversar com o coração.

E se não quisermos, não pudermos, não soubermos, com palavras, nos dizer um pouco um para o outro, senta ao meu lado assim mesmo. Deixa os nossos olhos se encontrarem vez ou outra até nascer aquele sorriso bom que acontece quando a vida da gente se sente olhada com amor. Senta apenas ao meu lado e deixa o meu silêncio conversar com o seu. Às vezes, a gente nem precisa mesmo de palavras.

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uma delícia de texto!
fonte: www.anajacomo.blogspot.com
foto: Cidinha Madeiro

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domingo, 6 de fevereiro de 2011

• 10 passos para a prosperidade


Todo ser humano tem como parte de sua natureza o desejo de prosperar, mas infelizmente engana-se quando pensa que para conquistar a prosperidade é preciso apenas de bens materiais. Ter prosperidade significa ter uma vida abundante em todos os sentidos: profissional, pessoal e espiritual. É viver valorizando o prazer de amar, sonhar e conquistar.

No caminho que leva a prosperidade há 10 passos essenciais que auxiliam na auto-evolução e contribuem para que as pessoas que nos rodeiam também se desenvolvam.

1) TER OBJETIVOS DE VIDA
Uma pessoa sem objetivos é como uma folha seca ao vento. É levada para qualquer direção, em qualquer momento. Existem dois tipos de objetivos: os materiais e os espirituais. Os ligados a matéria são automóveis, jóias, roupas, imóveis etc. E os espirituais é a conquista de um valor abstrato como, por exemplo: desenvolver a paciência, ter mais equilíbrio, ser mais otimista, entre outros. 0 planejamento é imprescindível para que todos os objetivos se concretizem.

2) DESENVOLVER A AUTO-ESTIMA
O amor próprio é a maior abundância que podemos ter. Quem não se ama leva uma vida amarga e espalha pessimismo ao seu redor. A busca de si é primordial para qualquer realização na vida. A virtude de ter uma elevada auto-estima pode garantir o prazer e a alegria de estar passando por este lindo planeta.

3) APRENDER A UTILIZAR A MENTE
Temos um supercomputador capaz de realizações ilimitadas que está anatomicamente embutido em nosso crânio. Aprender a programá-lo é fundamental, pois além de gerar energias que nos dão forças para o dia-a-dia, a mente cria campos eletromagnéticos que atraem todos os nossos desejos e pensamentos.

4) TER UMA PERSONALIDADE AGRADÁVEL
Tratar bem as pessoas; aprender a colocar-se no lugar delas; chamá-las pelo nome; ser humilde; interessar-se por elas; saber ouvir e principalmente elogiar, reconhecer e respeitar; são atitudes que lubrificam as engrenagens do dia-a-dia e devem ser utilizadas para quem quer prosperar.

5) DESENVOLVER A PERSISTÊNCIA
O fracasso é o sucesso em processo. Desistir de um sonho é o mesmo que anunciar que está morrendo. A persistência é a mãe do sucesso. É ela que materializa os nossos sonhos.

6) TER FLEXIBILIDADE PARA MUDANÇAS
A velocidade de mudança do mundo é algo assustador. Sessenta por cento do Produto Interno Bruto (PIB) japonês do ano 2000 está na venda de produtos que ainda não existem. Uma mente inovadora e criativa é fundamental para a sobrevivência, principalmente na vida profissional. 0 que deu certo no passado não garante mais o sucesso no presente. Devemos estar atentos e perceber que a vida é diferente a cada dia. Pessoas que estão fazendo as coisas do mesmo jeito que sempre fizeram estão ficando para trás. Mudar para melhor é a única saída.

7) MELHORAR A VIDA DAS PESSOAS
Cada pensamento, palavra ou atitude que envolve nossos projetos de vida, se estiverem fundamentados com o desejo sincero de ajudar as pessoas, recebe uma poderosa força cósmica que faz prosperar com muito mais intensidade. Quando o nosso sonho de vida envolve a alegria de outras pessoas, ele passa a ter força.

8) CONHECER E USAR OS DONS E TALENTOS
Nossos dons e talentos são as maiores ferramentas que temos contra a pobreza e a falta de realização. A falta do autoconhecimento é a maior causa do fracasso, pois quem tem consciência dos seus verdadeiros dotes naturais pode produzir diamantes, pois já descobriu que sua alma é feita de um material superior.

9) TRABALHAR COM AMOR
Colocar amor no trabalho é essencial para o sucesso. Nunca vamos conhecer alguém bem sucedido que não tenha prazer no que faz, ou que trabalhe apenas por obrigação ou necessidade. Quem trabalha com amor está impregnando vida, energia positiva e prosperidade em tudo que toca.

10) TER LIGAÇÃO COM SUA ESSÊNCIA
Sentir a presença do Criador, independente da religião ou seita que se segue, é estar em contato com toda a abundância existente. Devemos saber entregar-se a Ele, perceber que somos abundantes por natureza e que a prosperidade é como um oceano, onde cada um pega o que o coração permite. E lembre-se: um coração livre, puro e bondoso é capaz de desfrutar de todo oceano, enquanto outros disputam para pegar com baldes um pouco da água, se esquecendo que já tem o oceano. Esta é uma das principais atitudes que limita a humanidade a prosperar.

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recebi da Taty por e-mail.

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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

• Multiplicando...

Ah, que alegria!

Neste início de 2011 houve encerramento de dois dos inúmeros cursos realizados em 2010.

Turma Mestrado Reiki 2010Formei minha segunda turma de Mestres Reiki Usui / Tibetano no sábado (22). O ritual de sintonização foi muito emocionante e me senti grata por mais esta oportunidade que o Universo me deu.

PARABÉNS, meus amados Ana, Dóris, Schuch, Maritza, Gisele e Gleide! Vocês são muito especiais, lúcidos e comprometidos. Tenho certeza de que seguirão no caminho do reiki com a mestria de um trabalhador da Luz.

Turma curso Numerologia Pessoal 2010Na quarta-feira (26), foi a vez da turma de Numerologia Pessoal celebrar a conclusão do curso iniciado em setembro.

Gisele, Maritza, Leonor, Etiélen e Thaís fizeram bonito. Elas são ótimas! Além de dedicadas, são lindas por dentro e por fora. Um time e tanto de novos profissionais da Numerologia. Que orgulho! Desejo que esta recente atividade lhes traga felizes realizações, reconhecimento e crescimento pessoal.

E vamos em frente porque o ano recém começou e já está repleto de atividades. Ôba!

OBRIGADA, PAPAI/MAMÃE DO CÉU!

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