Orientações para 2012

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Análise das energias da Numerologia e do Tarô que influenciam 2012 – Programa Universo in Foco (04/01/2012)

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sábado, 27 de junho de 2009

• Quero estar dentro de um abraço que me baste

abraço

Aonde é que você gostaria de estar agora, neste exato momento? Fico pensando nos lugares paradisíacos onde já estive, e que não me custaria nada reprisar: num determinado restaurante de uma ilha grega, na beira de diversas praias do Brasil e do mundo, na casa de bons amigos, em algum vilarejo europeu, numa estrada bela e vazia, no meio de um show espetacular, numa sala de cinema vendo a estreia de um filme muito esperado, e principalmente, no meu quarto e na minha cama, que nenhum hotel cinco estrelas consegue superar a intimidade da gente é irreproduzível.

Posso também listar os lugares onde não gostaria de estar: num leito de hospital, numa fila de banco, numa reunião de condomínio, presa num elevador, em meio a um trânsito congestionado, numa cadeira de dentista.

E então? Somando os prós e os contras, as boas e más opções, onde, afinal, é o melhor lugar do mundo?

Dentro de um abraço.

Que lugar melhor para uma criança, para um idoso, para uma mulher apaixonada, para um adolescente com medo, para um doente, para alguém solitário? Dentro de um abraço é sempre quente, é sempre seguro. Dentro de um abraço não se ouve o tic-tac dos relógios e, se faltar luz, tanto melhor. Tudo o que você pensa e sofre, dentro de um abraço, se dissolve.

Que lugar melhor para um recém-nascido, para um recém-chegado, para um recém-demitido, para um recém-contratado? Dentro de um abraço nenhuma situação é incerta, o futuro não amedronta, estacionamos confortavelmente em meio ao paraíso.

O rosto contra o peito de quem te abraça, as batidas do coração dele e as suas, o silêncio que sempre se faz durante esse envolvimento físico: nada há para se reivindicar ou agradecer, dentro de um abraço voz nenhuma se faz necessária, está tudo dito.

Que lugar no mundo é melhor para se estar? Na frente de uma lareira com um livro estupendo, em meio a um estádio lotado vendo seu time golear, num almoço em família onde todos estão se divertindo, num final de tarde de frente para o mar, deitado num parque olhando para o céu, na cama com a pessoa que você mais ama?

Difícil bater essa última alternativa, mas onde começa o amor, senão dentro do primeiro abraço? Alguns o consideram como algo sufocante, querem logo se desvencilhar dele. Até entendo que há momentos em que é preciso estar fora de alcance, livre de qualquer tentáculo. Esse desejo de se manter solto é legítimo, mas hoje me permita não endossar manifestações de alforria. Entrando na semana dos namorados, recomendo fazer reserva num local aconchegante e naturalmente aquecido: dentro de um abraço que te baste.

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"Dentro de um Abraço", por Martha Medeiros. Recebi da Bê, por e-mail.

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• Osho - do livro The Dhammapada

O Amor e a capacidade de estar só...



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Maria deixou pra mim no Orkut. Sábios conceitos.

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sexta-feira, 26 de junho de 2009

• Entrega...

"Aos caminhos, eu entrego o nosso encontro..."
(Caio Fernando Abreu, em "Estranhos Estrangeiros")

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sexta-feira, 19 de junho de 2009

• Reflexões para psicoterapeutas, aspirantes e curiosos

Contardo Calligaris

Para ser um bom psicoterapeuta, é útil que a gente possua alguns traços de caráter ou de personalidade que, dito aqui entre nós, dificilmente podem ser adquiridos no decorrer da formação: melhor mesmo que eles estejam com você desde o começo.

Se você quer ser olhado com gratidão por seus pacientes e pelos outros em geral, talvez seja melhor ser médico. Claro que todo mundo gosta de reconhecimento, não é? Mas há sujeitos para quem é crucial ser constantemente objeto de uma veneração amorosa. Então, se por alguma razão é importante para você se alimentar no reconhecimento e no agradecimento infinitos dos outros, então não escolha a profissão de psicoterapeuta. Por duas razões:

Primeiro: na vida social, o psicoterapeuta não encontra nada de parecido com a espécie de gratidão que, em geral, é reservada ao médico. O psicoterapeuta encontra uma atitude que é uma mistura de temor com escárnio. Tipo assim: “ah... você é psicanalista? Justamente acabo de ler uma matéria, onde é que era?... sabe, daqueles americanos que provam que a psicanálise é uma baboseira, você leu?”

Segundo: o psicoterapueta não deve esperar gratidão de seus pacientes. Nas curas que proporciona, o psicoterapeuta é, por assim dizer, ele mesmo o remédio. E, nos melhores casos, quando tudo dá certo, ele acaba exatamente como um remédio que a gente usou e que fez seu efeito: uma caixinha aberta, com as poucas pílulas que sobraram, no fundo do armário do banheiro. A caixinha é guardada durante um tempo, porque nunca se sabe; um dia a gente a encontra, não se lembra mais qual era seu uso, constata que, de qualquer forma o remédio está vencido e joga fora. E é bom que seja assim. Nenhuma psicoterapia, seja ela qual for, deveria almejar a dependência do paciente.

Tudo isso apenas para dizer que, se você gosta da idéia de ser um notável na cidade e de se sentir amado, a psicoterapia talvez não seja a melhor escolha profissional para você. Por isto insisto. As psicoterapias em geral se beneficiariam muito com algumas décadas de menos brilho, menos neuroses de seus chefes e mais cuidado com os pacientes. Portanto, por favor, se sua personalidade pede amor e admiração ao mundo, invente uma crença, torne-se médico, mas, pelo bem das psicoterapias, desista. Ou então (mas este é um caminho longo), antes de se autorizar ser psicoterapeuta, faça o necessário para mudar mesmo.

Mas então, vamos ao que importa. Esta carta deveria tratar dos traços de caráter que eu procuraria em quem quisesse se tornar psicoterapeuta. Não se decidir a ordem, mas todos estes eu gostaria de encontrar:

Primeiro: Um gosto pronunciado pela palavra e um carinho espontâneo pelas pessoas, por diferentes que sejam de você.

Segundo: Uma extrema curiosidade pela variedade da experiência humana com o mínimo possível de preconceito. Você pode ter suas crenças e convicções. Aliás, é ótimo que as tenha, mas, se essas convicções acarretam, aprovação ou desaprovação morais preconcebidas das condutas humanas, sua chance de ser um bom psicoterapeuta é muito reduzida, para não dizer, nula. É fácil entender que, se você tiver opiniões morais prontas sobre a metade dos atos possíveis nesta terra, é melhor deixar a profissão de terapeuta para quem tem mais indulgência pela variedade da experiência humana.

Terceiro: Este ponto é controvertido: além de uma grande e indulgente curiosidade pela variedade da experiência humana, eu gostaria que o futuro psicoterapeuta já tivesse, nessa variedade, uma certa quilometragem rodada. Ou seja, há que não ser muito “normal”. Mas não se entende que esta fachada de normalidade possa ser, hoje, um critério na hora de selecionar candidatos para a formação. Enfim, lembre-se: Primeiro: um psicoterapeuta que define uma conduta como “desvio” não fala em nome da psicoterapia e ainda menos em nome da psicanálise. Ele fala quer seja em nome do seu anseio de normalidade social, quer seja em nome de seu esforço para reprimir nele mesmo o desejo que parece condenar. Segundo, e mais geral, quem estigmatiza categorias como os “homossexuais”, os “sadomasoquistas”, os “exibicionistas”, etc. é um atacadista, enquanto a psicoterapia/psicanálise trabalha no varejo: a fantasia e o desejo só encontram seu sentido nas vidas singulares.

Quarto: O último traço que eu gostaria de encontrar no futuro psicoterapeuta é uma boa dose de sofrimento psíquico. Desaconselho a profissão a quem está “muito bem, obrigado”, por duas razões:

a) uma parte essencial da formação de um terapeuta que trabalhará com as motivações conscientes ou inconscientes de seus pacientes, consiste no seguinte: o futuro terapeuta deve, ele mesmo, ser paciente, durante um bom tempo. É improvável que uma psicanálise aconteça sem que um sofrimento reconhecido motive o paciente. O processo não é necessariamente desagradável, mas pede uma determinação e uma coragem que podem falhar mais facilmente em quem “não precisa de tratamento”. Porque diabo me aventurarei a explorar os porões da minha cabeça, lugares malcheirosos e arriscados, se eu não for empurrado pela vontade de resolver um conflito, acalmar um sintoma e conseguir viver melhor?

b) uma segunda razão para preferir que o futuro psicoterapeuta traga consigo uma boa dose de sofrimento psíquico e precise se curar. Durante os anos da sua prática clínica, no futuro, muitas vezes você duvidará da eficácia de seu trabalho. Encontrará pacientes que não melhoram, agarrados a seus sintomas mais dolorosos como um náufrago a um salva-vidas; viverá momentos consternados em que as palavras que lhe ocorrerão parecerão alfinetes de brinquedo agitados em vão contra forças imensamente superiores. Nesses momentos (que, acredite, serão freqüentes) será bom lembrar que você sabe mesmo (e não só pelos livros) que sua prática adianta. Sabe por que a prática que você propõe a seus pacientesjá curou ao menos um: você.

Resumindo, meu jovem amigo que pensa em ser terapeuta, se você sofre, se seus desejos são um pouco (ou mesmo muito) estranhos, se (graças à sua estranheza) você contempla com carinho e sem julgar (ou quase) a variedade das condutas humanas, se gosta da palavra e se não é animado pelo projeto de se tornar um notável de sua comunidade, amado e respeitado pela vida afora, então, benvindo ao clube: talvez a psicoterapia seja uma profissão para você.

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Parte do livro "Cartas a um Jovem Terapeuta – Reflexões para psicoterapeutas, aspirantes e curiosos" (Editora Campus).
Recebi por e-mail da Bê.

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• Luiza chegou!


Não tenho postado com a frequência que gostaria porque o tempo anda realmente escasso pra net. Até mesmo os e-mails não tenho dado conta de ler. Visitar blogs amigos, então...

Mas tirei um tempinho nessa madrugada pra registrar a chegada da Luiza, minha sobrinha, filha de minha irmã caçula Luciana e do Duda. Nascida no domingo dia 07 de junho, com 3.675Kg, perfeita e saudável – uma bênção!

Pois Luiza chegou com Sol em Gêmeos, trazendo a frequência do Raio Azul (Salve Miguel!) e sob a influência do Número Seis (sua missão) e do Arcano do Tarô "Os Amantes". Combinação de determinação, responsabilidade, família, amor, cuidado com o outro e escolhas.

Estamos todos, claro, muito felizes. É sempre uma alegria receber uma criança na família. Uma sensação de continuidade, de contribuição ao mundo.

Que o Universo conceda muitas bênçãos a ela para que cumpra com felicidade seu propósito neste amado planeta Terra!

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sábado, 6 de junho de 2009

• Guerreiro da Paz

Eu chamo a força, eu chamo a força, eu chamo a força
força das pedras para me firmar
Eu chamo a terra, eu chamo a terra, eu chamo a terra
eu chamo a terra para me enraizar

Eu chamo o vento, eu chamo o vento, eu chamo o vento
eu chamo o vento vem me elevar
Eu chamo o fogo, eu chamo o fogo, eu chamo o fogo
eu chamo o fogo para me purificar

Eu chamo a Lua, chamo o Sol, chamo as estrelas
Chamo o universo para me iluminar
Eu chamo a água, chamo a chuva e chamo o rio
Eu chamo todos para me lavar

Eu chamo o raio, o relâmpago e o trovão
Eu chamo todo o poder da criação
Eu chamo o mar, chamo o céu e o infinito
Eu chamo todos para nos libertar

Eu chamo Cristo, eu chamo Budha, eu chamo Krishna
Eu chamo a força de todos orixás
Eu chamo todos com suas forças divinas
Eu quero ver o universo iluminar

Eu agradeço pela vida e a coragem
Ao universo pela oportunidade
E a minha vida eu dedico com amor
Ao sonho vivo da nossa humanidade

Sou mensageiro, sou cometa, eu sou indígena
Eu sou filho da nação do Arco Íris
Com meus irmãos eu vou ser mais um guerreiro
Na nobre causa do Inka Redentor

Eu sou guerreiro, eu sou guerreiro e vou lutando
A minha espada é a palavra do amor
O meu escudo é a bondade no meu peito
E o meu elmo são os dons do meu senhor

Eu agradeço a nossa Mãe e ao nosso Pai
E aos meus irmãos por todos me ajudar
A minha glória para todos eu entrego
Porque nós todos somos um nesta união

Ñdarei a sã
ñdarei a sã
ñdarei a sã
Desde o principio
todos nós somos irmãos!
Orei ouá
Orei ouá
Orei ouá
Viva o Poder de todo o universo!

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A Carmen Garres deixou esse vídeo no orkut pra mim. Como praticante de Santo Daime por alguns anos, sinto-me mto próxima dessa frequência. Salve o Povo da Floresta! Salve Império Juramidan!

Música de Orestes Grokar, regente das cerimônias xâmanicas dentro da Doutrina do Santo Daime em Santa Maria no Rio Grande do Sul. Coordenador da Nação Tutumbaiê. Fonte das Imagens: Web

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quarta-feira, 27 de maio de 2009

• Dizem por aí

Conny Mendéz

Dizem por aí que me tornei louca.

Que estou sempre sorridente. Que os meus olhos brilham. Que converso com as flores e danço no meu jardim.

Dizem por aí que acredito em fadas e anjos. Que lhes abro as portas e janelas de manhã e lhes dou boas-vindas para que inundem meu lar de luz, alegria e bênçãos.

Dizem por aí que falo de assuntos estranhos como Transcendência, Estar no Presente, Energia, Imortalidade, Cura, Consciência...

Dizem por aí que me tornei louca.

Que ensino as pessoas a perceberem a LUZ que brota de seus corpos… E ainda por cima, lhes mostro como se apaga de nossas mentes os pensamentos inadequados.

Dizem por aí que me tornei louca.

Que não sou regida nem por agendas e nem por horários. Que falo com os alimentos na minha mesa e lhes digo: "Divino Sustento que fazes aí fora? Vamos para dentro?"

Que tudo para mim é BOM, PERFEITO E SINCRÔNICO.

Que na ADVERSIDADE busco o lado bom e que em todos os dias bendigo o Bem.

Que abro as portas, igualmente, para budistas, evangélicos, testemunhas de Jeová e nova era...

Que dou graças quando chove e quando faz sol. Que dou graças quando tenho transporte e quando preciso caminhar a pé.

Que lavo a roupa cantando, da mesma forma que quando cozinho, limpo e organizo.

E como é isso das flores me falarem das pessoas que passam?...

Mas me sinto tão LÚCIDA e tão FELIZ!

Será contagiosa a loucura?

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recebi da Bê, por e-mail. amei!

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quinta-feira, 21 de maio de 2009

• Quando a gente ama

Oswaldo Montenegro (Marcelo Barbosa Barreti, Nil Bernardes, Fábio Caetano)

Quem vai dizer ao coração / Que a paixão não é loucura
Mesmo que pareça / Insano acreditar

Me apaixonei por um olhar / Por um gesto de ternura
Mesmo sem palavra / Alguma pra falar

Meu amor, a vida passa num instante
E um instante é muito pouco pra sonhar

Quando a gente ama / Simplesmente ama
É impossível explicar
Quando a gente ama / Simplesmente ama!

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A Tereza V deixou esse vídeo no orkut pra mim. ela sempre me adivinha.
Essa música é a minha cara/coração/vísceras...
Oswaldo... sempre dizendo o que eu poderia dizer.

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quarta-feira, 13 de maio de 2009

• Conspiração espiritual

Na superfície do mundo hoje, existe guerra e violência e as coisas parecem escuras.

Ao mesmo tempo, calmamente e em Silêncio, alguma coisa diferente está acontecendo. Uma revolução interna ocorre e algumas pessoas estão sendo chamadas para vivenciar uma Luz mais elevada.

É uma revolução silenciosa, de dentro para fora. Vem do chão para cima... é uma operação global, uma conspiração espiritual.

Existem células adormecidas em todas as nações do planeta. Você não as verá na TV, não lerá sobre elas nos jornais, não ouvirá sobre o que fazem nas rádios.

Não procuram glória ou fama, não usam uniformes, são dos mais diferentes formatos, idades, cores e tamanhos. A maioria de nós trabalha de forma anônima, trabalhando atrás das cortinas em todos os países e culturas das cidades grandes e pequenas, montanhas e vales, fazendas e vilas, tribos e ilhas remotas.

Durante o dia muitos fingem ter uma vida normal, mas é quando vão dormir que o verdadeiro trabalho começa, longe das atividades do mundo tri-dimensional, as energias se voltam para criar a Paz.

Muitos têm consciência, outros não se lembram, mas todos trabalham com o mesmo objetivo: criar um novo mundo com o poder das mentes e visualizações criativas, seguir a intuição e o coração, ter paixão em tudo o que fazem, derramando secretamente bombas de amor e paz, obedecendo ordens da inteligência espiritual do grande sol central, tocando todos com arte : poemas, abraços, música, fotografia, cinema ; palavras bondosas, sorrisos, meditação e prece, dança, ativismo social, blogs, atos de generosidade...

Cada um se expressa de forma única, usando os dons e talentos recebidos por Deus.

Todos seguem a frase: SEJA A MUDANÇA QUE VOCÊ QUER VER NO MUNDO.

Sabemos que a única e verdadeira transformação ocorre quando todos trabalham juntos EM SILÊNCIO E HUMILDADE e então nosso PODER se une a todos os outros poderes, formando um oceano de LUZ, movendo placas tectônicas que não mais se ajustam com as escolhas conscientes deste novo tempo com o poder da Intenção.

Lembramos que o AMOR é a verdadeira religião do século 21, ninguem precisa ser um sábio ou ter conhecimento excepcional para entender a linguagem do CORAÇÃO, que traz em si a evolução natural que pulsa em todos os seres humanos.

Seja a mudança que você quer ver no mundo. Ninguem virá fazer nada por você.

Estamos recrutando mais seres conscientes que escolham viver de forma diferente.

Todos são bem vindos e a porta sempre esteve aberta, é uma questão de percepção e momento apropriado de cada um... Comece agindo e escolhendo tudo em sua vida de forma diferente... Com consciência e determinação, comece agora!!!

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Recebi da Bê, por e-mail.

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• Parar, acalmar-se e descansar

Existe uma história zen sobre um homem e um cavalo. O cavalo está galopando rapidamente, e parece que o homem que cavalga se dirige a algum lugar importante. Outro homem, em pé ao lado da estrada, grita: "Aonde você está indo?" e o homem a cavalo responde: "Não sei. Pergunte ao cavalo!" Esta é a nossa história. Estamos todos sobre um cavalo, não sabemos aonde vamos e não conseguimos parar. O cavalo é a força de nossos hábitos que nos puxa, e somos impotentes diante dela. Estamos sempre correndo, e isso já se tornou um hábito. Estamos acostumados a lutar o tempo todo, até mesmo durante o sono. Estamos em guerra com nós mesmos, e é fácil declarar guerra aos outros também.

Precisamos aprender a arte de fazer cessar – parar nosso pensamento, a força de nossos hábitos, nossa desatenção, bem como as emoções intensas que nos regem. Quando uma emoção nos assola, ela se assemelha a uma tempestade, que leva consigo a nossa paz. Nós ligamos a TV e depois a desligamos, pegamos um livro e depois o deixamos de lado. O que podemos fazer para interromper este estado de agitação? Como podemos fazer cessar o medo, o desespero, a raiva e os desejos? É simples. Podemos fazer isso através da prática da respiração consciente, do caminhar consciente, do sorriso consciente e da contemplação profunda – para sermos capazes de compreender. Quando prestamos atenção e entramos em contato com o momento presente, os frutos que colhemos são a compreensão, a aceitação, o amor e o desejo de aliviar o sofrimento e fazer brotar a alegria.

Mas a força do hábito costuma ser mais forte do que nossa vontade. Dizemos e fazemos coisas que não queremos e depois nos arrependemos. Causamos sofrimento a nós mesmos e aos outros, e de forma geral produzimos grande quantidade de destruição. Podemos ter a firme intenção de nunca mais fazer isso, mas sempre acabamos fazendo de novo. Por quê? Porque a força do hábito "vashana" acaba vencendo e nos levando de roldão.

Precisamos da energia da atenção plena para perceber quando o hábito nos arrasta, e fazer cessar esse comportamento destrutivo. Com atenção plena, temos a capacidade de reconhecer a força do hábito a cada vez que ela se manifesta. "Alô força do hábito, sei que você está aí!" Nessa altura, se conseguirmos simplesmente sorrir, o hábito perderá grande parte de sua força. A atenção plena é a energia que nos permite reconhecer a força do hábito e impedi-la de nos dominar.

Por outro lado, o esquecimento ou negligência é o oposto.

Tomamos uma xícara de chá sem sequer perceber o que estamos fazendo. Sentamo-nos com a pessoa que amamos mas não percebemos que a pessoa está ali. Andamos sem realmente estar andando. Estamos sempre em outro lugar, pensando no passado ou no futuro. O cavalo dos nossos hábitos nos conduz, e somos prisioneiros dele. Precisamos deter este cavalo e resgatar nossa liberdade. Precisamos irradiar a luz da atenção plena em tudo o que fizermos, para que a escuridão do esquecimento desapareça. A primeira função da meditação – shamatha – é fazer parar.

A segunda função da shamatha é acalmar. Quando sofremos uma emoção forte, sabemos que talvez seja perigoso agir sob sua influência, mas não temos força nem clareza suficientes para nos abstermos. Precisamos aprender a arte de respirar, de inspirar e expirar, parando tudo o que estamos fazendo e acalmando nossas emoções. Precisamos aprender a nos tornar mais estáveis e firmes, como se fôssemos um carvalho, e não nos deixar arrastar pela tempestade de um lado para outro. O Buddha ensinou uma variedade de técnicas para nos ajudar a acalmar corpo e mente, e considerar a situação presente em toda a sua profundidade. Essas técnicas podem ser resumidas em cinco estágios:

1. Reconhecimento: se estamos zangados, dizemos "reconheço que a raiva está dentro de mim".
2. Aceitação: quando estamos zangados, não negamos a raiva. Aceitamos aquilo que está presente em.
3. Acolher: abraçamos a raiva como faz uma mãe com o filho que chora. Nossa atenção plena acolhe a emoção, e só isso já é capaz de acalmar a raiva e a nós mesmos.
4. Olhar em profundidade: quando nos acalmamos o suficiente, conseguimos observar profundamente para entender o que provocou a raiva, ou seja, o que está fazendo o bebê chorar.
5. Insight: o fruto do olhar profundo é a compreensão das causas e condições, tanto primárias quanto secundárias, que provocaram a raiva e fizeram nosso bebê chorar. Talvez ele esteja com fome. Talvez o alfinete da fralda o esteja machucando. Talvez nossa raiva tenha surgido quando um amigo nos falou em um tom ofensivo, mas de repente nos lembramos de que essa pessoa não está bem hoje porque seu pai está muito doente. Continuamos a refletir dessa forma até compreendermos a causa de nosso atual sofrimento. A compreensão nos dirá o que fazer ou não fazer para mudar a situação.

Depois de nos acalmarmos, a terceira função da Shamatha é o repouso. Suponha que alguém nas margens de um rio joga uma pedra para o ar e a pedra cai no rio. A pedra afunda lentamente e chega ao fundo do rio sem esforço algum. Depois que a pedra chega ao fundo do rio, ela descansa, deixando que a água passe por ela. Quando sentamos para meditar podemos nos permitir repousar da mesma forma que essa pedra. Podemos nos deixar afundar naturalmente, na posição sentada – repousando, sem fazer esforço. Temos que aprender a arte de repousar, permitindo que nosso corpo e nossa mente descansem. Se tivermos feridas em nosso corpo e em nossa mente precisamos repousar para que elas possam por si só se curar.

O ato de se acalmar produz o repouso, e o descanso é um prérequisito para a cura. Quando os animais selvagens estão feridos, eles procuram um lugar escondido para deitar, e descansam completamente por muitos dias. Não pensam em comida nem em mais nada. Apenas descansam, e com isso obtêm a cura de que precisam. Quando nós seres humanos ficamos doentes, nos preocupamos o tempo todo. Procuramos médicos e remédios, mas não paramos. Mesmo quando vamos para a praia ou para as montanhas com a intenção de descansar, não chegamos realmente a repousar, e voltamos mais cansados do que partimos. Temos que aprender a repousar. A posição deitada não é a única posição de descanso que existe. Podemos descansar muito bem durante meditações sentados ou caminhando. A meditação não deve ser um trabalho árduo. Simplesmente permita que seu corpo e sua mente descansem, como o animal no mato. Não lute. Não há necessidade de fazer nada nem realizar nada. Eu estou escrevendo um livro, mas não estou lutando. Estou descansando. Por favor, leiam este livro de uma forma alegre e relaxante. O Buddha disse: "Meu Dharma é a prática do não-fazer."(1) Pratiquem de uma forma que não seja cansativa, mas que seja capaz de proporcionar descanso ao corpo, às emoções e à consciência. Nosso corpo e mente sabem curar a si mesmos se lhes dermos uma oportunidade para isso.

Parar, acalmar-se e descansar são pré-requisitos para a cura. Se não conseguirmos parar, nosso ritmo de destruição simplesmente vai prosseguir. O mundo precisa imensamente de cura. Os indivíduos, comunidades e países estão cada vez mais necessitados de cura.

(1) = Thich Nhat Hanh, A Essência dos Ensinamentos do Buda (Editora Rocco)
(Thich Nhat Hanh. A essência dos ensinamentos de Buda: como transformar o sofrimento em paz, alegria e liberação. Coleção Arco do tempo. Tradução de Anna Lobo. Rio de Janeiro: Rocco, 2001)


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Recebi por e-mail, do amigo Nathan

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quarta-feira, 29 de abril de 2009

• Nós, os índios, conhecemos o silêncio

índios

Nós, os índios, conhecemos o silêncio. Não temos medo dele. Na verdade, para nós ele é mais poderoso do que as palavras.

Nossos ancestrais foram educados nas maneiras do silêncio e eles nos transmitiram esse conhecimento. Observa, escuta, e logo atua, nos diziam. Esta é a maneira correta de viver. Observa os animais para ver como cuidam se seus filhotes. Observa os anciões para ver como se comportam. Observa os homens brancos para imaginares o que querem. Sempre observa primeiro, com o coração e a mente quietos, e então aprenderás. Quanto tiveres observado o suficiente, então poderás atuar.

Com os brancos, é o contrário. Aprendem falando. Dão prêmios às crianças que falam mais na escola. Em suas festas, todos tratam de falar. No trabalho estão sempre tendo reuniões nas quais todos interrompem a todos, e todos falam cinco, dez, cem vezes. E chamam a isso de resolver um problema.

Quando estão numa habitação e há silêncio, ficam nervosos. Precisam preencher o espaço com sons. Então, falam compulsivamente, mesmo antes de saber o que vão dizer. Gostam de discutir.

Nem sequer permitem que o outro termine uma frase. Sempre interrompem. Para nós isso é muito desrespeitoso e até mesmo estúpido. Se começas a falar, eu não vou te interromper. Te escutarei. Talvez deixe de escutá-lo se não gostar do que estás dizendo. Mas não vou interromper-te. Quando terminares, tomarei minha decisão sobre o que disseste, mas não te direi se não estou de acordo, a menos que seja importante. Do contrário, simplesmente ficarei calado e me afastarei. Terás dito o que preciso saber. Não há mais nada a dizer. Mas isso não é suficiente para a maioria dos homens brancos.

Deveríamos pensar nas palavras como se fossem sementes. Devem ser plantadas e permiti-las crescer no sons do silêncio da mãe-Terra. Nossos ancestrais nos ensinaram que a terra está sempre nos falando, e que devemos ficar em silêncio para escutá-la.

Conhecemos o Silêncio. Não sofremos de falta de comunicação, mas, ao contrário, sofremos com todas as forças que nos obrigam a falar quando não temos grande coisa a dizer.

Existem muitas vozes além das nossas. Muitas vozes. Mas nós só vamos escutá-las em silêncio. No silêncio da Vida!

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"Neither Wolf nor Dog. On Forgotten Roads with an Indian Elder" - Kent Nerburn. tradução: Leela (Porto Alegre/RS)
recebi da Jane, por e-mail.

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• Gente fina

Martha Medeiros

Gente fina é aquela que é tão especial que a gente nem percebe se é gorda, magra, velha, moça, loira, morena, alta ou baixa. Ela é gente fina, ou seja, está acima de qualquer classificação.

Todos a querem por perto.

Tem um astral leve, mas sabe aprofundar as questões quando necessário.

É simpática, mas não bobalhona.

É uma pessoa direita, mas não escravizada pelos certos e errados: sabe transgredir sem agredir.

Gente fina é aquela que é generosa, mas não banana.

Te ajuda, mas permite que você cresça sozinho.

Gente fina diz mais sim do que não, e faz isso naturalmente, não é para agradar.

Gente fina se sente confortável em qualquer ambiente: num boteco de beira de estrada e num castelo no interior da Escócia.

Gente fina não julga ninguém – tem opinião, apenas.

Um novo começo de era, com gente fina, elegante e sincera. O que mais se pode querer?

Gente fina não esnoba, não humilha, não trapaceia, não compete e, como o próprio nome diz, não engrossa. Não veio ao mundo pra colocar areia no projeto dos outros. Ela não pesa, mesmo sendo gorda, e não é leviana, mesmo sendo magra.

Gente fina é que tinha que virar tendência. Porque, colocando na balança, é quem faz a diferença.

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recebi de muitas, mas muitas pessoas. todas "gente fina".

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