Orientações para 2012

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Análise das energias da Numerologia e do Tarô que influenciam 2012 – Programa Universo in Foco (04/01/2012)

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quinta-feira, 27 de maio de 2010

• Era só isso...

sexoAndréa Maia

Era só isso...
Um abraço... relaxar
uma boca... beijar
um olhar bem fundo... mergulhar
um desejo... viajar
um colo... sonhar
sem segundos nem horas contadas... eternidade
deixar o tempo passar.
Mais um dia... te amar.
Sem nenhum compromisso
era só isso...

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fonte: Recanto das Letras

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• Outras chamas

Helio Thompson

chamaQue os olhares se voltem sempre para a luz, mesmo quando surja uma sombra.
Assim como o olhar para o céu, saber que o azul está sempre sobre as nuvens.
À noite, por mais escuro que fique, sempre exitiram estrelas brilhando para iluminar o caminho.
Agradecendo sempre por mais um dia, por poder sentir a energia.
Dar graças por poder trilhar em direção à paz, e que o amor seja a grande razão de viver.
Poder valorizar o simples, deixando livres e serenas as mentes.
Mantendo a cabeça erguida, o corpo saudável e pleno.
Fechando a porta para o negativo, deixando os corações vibrando de alegria, buscando sempre valorizar a simplicidade da vida.
O respirar tranquilo, com o ar bem leve e solto, com a esperança como um fogo, que jamais se apaga no aproximar de outras chamas.

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fonte: Vida Que Se Mostra

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sexta-feira, 21 de maio de 2010

• Farol


Conforme prometi no post "Ah, essas mudanças...", venho contar detalhes do novo espaço.

Ao invés de simplesmente partir para um local onde instalar meu consultório, abri minhas asas em busca de uma nova proposta, unindo meu trabalho ao de outras pessoas – Chana, Colomby e Marta – cuja integridade de propósito, ação e intenção estivesse em sintonia com a boa vontade e o respeito à livre escolha.

Então, nesta quinta-feira (20/05), inauguramos o FAROL Espaço Terapêutico com o compromisso de oferecer alternativas de saúde, bem estar, harmonia, equilíbrio, autoconhecimento e transformação, através de orientação e cursos na área de terapias vibracionais e oraculares.

Fomos prestigiados em nossa iniciativa por muitos amigos que lá estiveram para conhecer o local, nos dar um abraço e desejar sucesso em nosso propósito. Outros marcaram presença através de flores, presentes e mensagens. Uma lástima que Marta não pode estar conosco, pois estava viajando a trabalho.

Aguardamos muito por este momento, desde que nos decidimos por este caminho. Portanto, nossa alegria e confiança nos novos tempos e na parceira que ora se concretiza é imensa.

De minha parte, agradecimento especial a Isabel Nogueira por ajudar a viabilizar o espaço, ao Valder Valeirão que criou a marca e desenvolveu todo o material gráfico (e ainda vai me ajudar no site – rs) – e ao Paulo que batalhou por preços mais acessíveis na gráfica (e vai continuar batalhando – rs).

Quanto ao nome FAROL, deixa eu contar como ele me foi 'soprado'...

Desde que decidimos nos unir em prol de um trabalho de Luz, vinha pensando em um nome para o nosso espaço. Pensei várias coisas, mas nada ancorava bem no coração. Não queria um nome que ficasse vinculado a uma doutrina, dogma ou filosofia, de maneira a não 'fechar a porta' para pessoas mais resistentes. Ou seja, algo bem eclético, livre de amarras – se é que me entendem.

Tinha a sensação de algo como uma lanterna, um sinalizar para as pessoas os caminhos que elas podem seguir ou não. Talvez porque este seja meu propósito de vida (acho que já sabem disso). Mas, nada parecia combinar com essa sensação. Então, certa noite eu estava olhando a lua e pensando na vida quando me surgiu um nome na cabeça: FAROL. Quase ao mesmo tempo em que estranhei e praticamente rejeitei o nome, uma parte de mim me disse que eu já havia lido algo sobre farol que valeria a pena reler. Então fui buscar no computador, pois tinha a sensação clara de que teria um texto sobre isso.

Encontrei a "Metáfora do Farol", ditada por Kryon. Como sou muito 'manteiga derretida', é claro que chorei ao ler. Tem tudo a ver com meu propósito de vida, é tudo o que acredito e tudo em que quero me transformar um dia.

Segue o texto que encontrei, na íntegra.

Metáfora do Farol – Kryon

O farol fica ancorado no rochedo, não importa onde estiver construído. Às vezes, o farol é reconstruído em outras regiões quando o clima e as condições se modificam – o mesmo farol e mesmo faroleiro, mas sempre ancorado no rochedo. O farol está ali para fazer uma coisa, fazer brilhar a luz.

O propósito da luz muitas vezes varia. Às vezes é uma advertência, às vezes está lá para chamar a atenção e às vezes está ali para guiar. Seja qual for a finalidade, está sempre ancorado no rochedo. Os que construíram e agora operam o farol sabem algo que os outros não sabem: sabem onde se encontram os arrecifes, onde estão as dificuldades e estão ali para guiar os navegantes ao largo destas coisas. Quando a luz consegue ajudar os navios a entrar com segurança no porto, o farol se rejubila.

Porém, quando isto acontece, o faroleiro não vai fazer uma festa com o capitão do navio. Em vez disso, o faroleiro sente uma alegria silenciosa e continua fazendo brilhar a luz. A maioria dos capitães que chegam com segurança ao porto, graças à luz do farol, nunca conhece o faroleiro. O faroleiro não publica uma declaração contando aos outros que salvou um navio. Ele fica calado e continua, frequentemente sozinho, ancorado no rochedo.

Pelos navios que não buscam o farol e se estatelam nas rochas, o farol pode entristecer. Mas o faroleiro não vai salvar o navio. O faroleiro não é responsável pelos que acabem nos recifes! O faroleiro não entra em depressão por causa do acontecido e desmantela o farol por causa do navio que não procurou a luz. Não! Em vez disso, o farol tem um único propósito, o de fazer brilhar a luz, fazer brilhar a luz e fazer brilhar a luz.

O que estamos lhe dizendo, especialmente aos que curam entre vocês, é o seguinte: Na nova energia vocês receberão dádivas como o faroleiro. Talvez já tenham ouvido isto, mas vamos dizer novamente que vocês não devem assumir responsabilidade por quem não deseja tomar parte da nova energia.

Não se responsabilizem por aqueles que não se curarem. E não se responsabilizem pelos que se curarem. Celebrem os que se curarem. Chorem pelos que não se curarem, mas não assumam responsabilidade por nada, a não ser pela integridade da energia que vocês emitirem. Façam brilhar a luz e fiquem a postos.

Continuem a se ancorar no rochedo de sabedoria, e realizem a manutenção constante da pureza da luz por vocês exibida. Seu farol pode ir a qualquer lugar que vocês desejarem na Terra, mas certifiquem-se de que, onde quer que vocês decidam parar, ancorem novamente no rochedo e façam brilhar, intensa, a luz.

É importante que ouçam isto agora, pois na nova energia serão trazidas a vocês muitas pessoas que jamais teriam batido à sua porta. Muitos serão atraídos por sua porta. Muitos serão atraídos por sua luz. Como filantropos que são, pessoas que entendem todos e querem o melhor para todos, vocês talvez achem que devem ter êxito com todos, que todos os navios devem ficar seguros. Lembrem-se do que dissemos antes: curadores não curam – curadores equilibram.

É a opção da pessoa sentada diante de vocês, pronta para ser tratada, que encerra o poder. Vocês são catalisadores. Ancorem-se e façam brilhar sua luz. É aí que fica a integridade.

Há integridade na humanidade que respeita a livre-escolha e vontade de cada família humana que vocês conhecem. Existe integridade, portanto, em ser um farol!

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sexta-feira, 14 de maio de 2010

• Relacionamentos de longo prazo (Abraham Hicks)

Imperdível!
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Recebi por e-mail da Bê.

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domingo, 9 de maio de 2010

• Mãe Divina

Loiva, minha mãe

Para homenagear as mães neste dia, escolhi esta faixa do CD Sacra Ânima, de Pedro de Saint Germain e Raphael Prista, que eu amo e cujo título é o mesmo do post.



Radiante Mãe Divina
Hospedeira mãe da Luz
Luz do Amor, Divino Mestre
Santo Filho, Santa Mãe!

Radiante Mãe Divina
Doce mantra, manto azul
Aconchega em sonho eterno
Os espíritos das mães.

Mães felizes, mães serenas
Mães perdidas, mães no cais
Balarinas ou atrizes
Operária, mães do lar
Mães que nunca estão presentes
Mães avós ou mães babás
Quando elas se ausentam
Mãe Divina, olhai por nós!

Radiante Mãe Divina
Todas tão essenciais
São as portas para a vida
Deixam marcas imortais.

Em seu manto Oh! Mãe Divina
Brilha uma estrela a mais
É luz de mãe que foi-se embora
E em seu colo sonha em paz!

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domingo, 2 de maio de 2010

• Ah, essas mudanças...

Abrindo o coração – meu exercício para 2010 – para contar as novidades mais recentes...

Minha vida está dando uma 'guinada' daquelas que mexem com todas as estruturas. É claro que mudança é bom, principalmente quando representa expansão, crescimento e mais liberdade. Porém, tenho alguma dificuldade com grandes mudanças (numerologia com desafio 4) e custei a me dar conta do por que não andava me sentido bem – arroubos de tristeza, cansaço e desânimo. Acontece que de repente, de uma hora para outra, ao mesmo tempo, mexo em dois eixos da minha vida.

Vamos por partes, como diria o velho Jack.

LAR DOCE LAR – Minha mãe indo para Porto Alegre sem prazo de volta. Com a partida de meu pai, acho mesmo que o melhor para minha mãe é estar com minhas irmãs. Aqui, somente eu e o Lucas. Eu saio todas as tardes para trabalhar e Lucas não é companhia a considerar nesse caso. Em PoA ela sempre terá alguém com ela, ou seja, não ficará sozinha a maior parte do dia, com as lembranças e tal. Contudo, meu lado humano insiste em contabilizar uma perda.

Então, terei que acostumar a chegar em casa e não encontrar ninguém, já que o Lucas está estudando à noite. Esse um mês e pouco em que ela esteve por lá me deram uma prévia do que vem pela frente. O silêncio nunca foi tão contundente, a solidão pesou e pesou muito. Reaprender a cuidar de uma casa, cozinhar todos os dias e administrar sozinha o filho adolescente estão entre as tarefas da nova fase. É o ônus da independência. Aff!

CONSULTÓRIO – Foram 10 anos com uma sala no Atelier Zilah Costa (desde fev/2000). 10 anos ótimos, nos quais tive o apoio da Lilia (administradora do Atelier) e me firmei profissionalmente. Guardarei sempre as melhores e mais gratas lembranças desse tempo. Ano passado, com a decisão da venda do prédio, comecei a procurar outro espaço. A princípio, uma sala. Então, me ocorreu de buscar uma sala maior onde, além dos atendimentos, eu pudesse realizar meus cursos, ultimamente realizados no espaço da amiga Fátima Carvalho. Nesta proposta, pensei em compartilhar com alguém o espaço, para amenizar despesas. Então, a questão era: quem???

Eis que, nesse período em que eu pensava a respeito de quem poderia compartilhar tal espaço, um belo dia a Marta me liga dizendo querer falar comigo. Toda “cheia de dedos”, a mimosa me disse que havia decidido procurar um espaço para atender com tarô e que, lembrando que eu teria que sair do Atelier, resolveu perguntar se não gostaria de compartilhar uma sala com ela. Bingo! Hehehe

Para resumir a história, a questão evoluiu de tal maneira que de uma sala partimos para uma casa e de duas pessoas nos tornamos quatro – eu, Marta, Colomby e Chana. Longa espera pela casa que o Jeff ocupava na época – dezembro – e finalmente recebi as chaves da imobiliária no dia 23 de abril. Depois de tantos imprevistos, receber as chaves no dia consagrado a Ogum/São Jorge me pareceu ótimo presságio. (Ogunhê!)

Sexta feira última (30) fiz minha mudança do Atelier para a nova casa. Ainda tem muitos detalhes a providenciar antes de abrirmos as portas, porém em breve teremos inauguração. Daqui a pouco venho contar detalhes do novo espaço e o que pretendemos. Por enquanto, segue aí uma fotinho da fachada.

Concluindo, queridos... Que soprem os novos ventos, pois as velas estão içadas. (acabei de criar isto? gostei. kkk)


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sábado, 1 de maio de 2010

• Irmãs de alma...

Recebi este selo da Maria Tereza, minha irmã de alma e coração, do blog Despertando na Luz.

ADOREI!!!

Então, compartilho com minhas irmãs de alma que tanto contribuem com minha caminhada por esta estrada vermelha neste tempo.

Fiquem à vontade para partilhar esta "corrente carinhosa".

Grata, Tereza! Meu coração fica em festa com tua presença.

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sexta-feira, 30 de abril de 2010

• Um sábado 'quase' perfeito...

Para fechar com chave de ouro um sábado de tarde perfeita (24/04), início da noite fui abraçar minha querida amiga Jacira Tavares que fazia aniversário.

Aproveitei a ocasião para degustar as guloseimas que suas encantadas mãos prepararam. (rs)

Parabéns, querida!
Que o Universo te conceda muitas bênçãos neste novo ciclo.


obs: no título do post o "quase" é porque a tarde, embora bem aproveitada, pareceu muito curta.

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• Tudo de mim


                    Estou pensando em você
                    hoje à noite em minha solidão insone.
                    Se é errado amar você
                    então meu coração não vai me deixar agir certo.
                    Porque me afoguei em você
                    e não sobreviverei sem você do meu lado.

                    Eu daria tudo de mim para ter
                    só mais uma noite com você.
                    Eu arriscaria minha vida para sentir
                    seu corpo junto ao meu.
                    Porque eu não consigo deixar de
                    viver na lembrança de nossa canção.
                    Eu daria tudo de mim pelo seu amor hoje à noite.

                    Baby, você pode me sentir,
                    imaginando que estou olhando em seus olhos?
                    Eu posso lhe ver claramente,
                    vividamente aceso em minha mente.
                    E você ainda está tão longe
                    como uma estrela distante que estou desejando esta noite.

                    Eu daria tudo de mim para ter
                    só mais uma noite com você.
                    Eu arriscaria minha vida para sentir
                    seu corpo junto ao meu.
                    Porque não consigo deixar de
                    viver na lembrança de nossa canção.
                    Eu daria tudo de mim pelo seu amor hoje à noite.

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composição e interpretação: Mariah Carey
tradução: Letras Terra

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segunda-feira, 26 de abril de 2010

• Reviva o Amor. Viva os Reencontros!

sexo

Rosana Braga

A força de uma Paixão Antiga já foi cantada por Tim Maia com esta letra de Marcos e Paulo Sérgio Valle:

Paixão antiga sempre mexe com a gente
é tão difícil esquecer
Basta um encontro por acaso e pronto começa tudo outra vez
E vendo você o coração parece que vai saltar
Pelo meu corpo, saudade em todo lugar.


Nos últimos dias, soube de várias histórias de reencontros, depois de 5, 10 e até 25 anos... Os protagonistas de ‘re-amores’ assim ficam estarrecidos, ainda mais apaixonados e crentes de que foram feitos um para o outro. Realmente, há algo de mágico nos reencontros, na revivescência do amor. Há algo tal qual maktub, como se nada pudesse fazer com que o destino não se cumprisse.

Quase uma poesia. Sinto-me tentada a transformar este texto num poema cadente, escorrido da essência de tais histórias, tais ‘reacendimentos’ de afetos. Quero dedicá-lo a quem se entrega, a quem se permite, a quem - mesmo morrendo de medo - não deixa que os anos lhes tirem a capacidade de acreditar que amor não tem idade, não tem tempo, não tem distância. Acontece a despeito das marcas no corpo, das dores ressequidas, das desilusões que até poderiam ter amargurado todo o resto de suas vidas... mas não, porque se souberam interminavelmente amantes.

Quero falar de ressurreição cor-de-rosa, de fazer acordar almas adormecidas pelo preconceito de que a idade desabilita um coração, seja de homem, seja de mulher. Quero fazer um tributo ao recomeço, à chance que cada um pode se dar de tentar novamente, de reencontrar-se, seja com uma paixão antiga, seja consigo mesmo, tão velho conhecido, tão displicentemente abandonado.

Porque nada pode doer mais do que a descrença na paixão. Nada pode enrugar tanto uma pessoa, com alma e tudo, do que a sua desistência de amar. Sei que, muitas vezes, os anos podem abafar os desejos, encobrir os sonhos, transformar as prioridades.

Entretanto, da mesma forma, sei que o amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói e não se sente, quase convencendo a quem olha de fora de que já não existe mais em determinados corações. Em alguns casos, parece-nos até que nunca existiu. Mas isso não é de fato uma verdade! Continua ardendo, continua pulsando, continua doendo.

Basta um encontro por acaso e pronto, começa tudo outra vez!

Deixe-se recomeçar. Provoque um encontro por acaso. Reencontre-se numa praça em que você não vai há tantos anos... Reapaixone-se por si mesmo. Vista aquele velho tailler de bolinhas, aquele terno quase desbotado, de tanto tempo que não sai do armário. Arrisque um batom mais escuro, uma gravata mais ousada, um sapato mais colorido, uma loção pós-barba diferente... ou a mesma de sempre. Arrisque. Apenas arrisque e deixe o amor ressurgir numa antiga sensação de felicidade...

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Escritora, Jornalista e Consultora em Relacionamentos, Palestrante e Autora dos livros "Alma Gêmea - Segredos de um Encontro" e "Amor - sem regras para viver", entre outros. www.rosanabraga.com.br
fonte: Somos Todos Um

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sexta-feira, 23 de abril de 2010

• Algumas lições que o vulcão islandês ensinou sobre o tempo

Raios entre a nuvem de cinza vulcânica e lava saindo da cratera do vulcão de Eyjafjallajokull, na Islândia, que causou o fechamento de aeroportos em várias regiões do mundo

Não se poderia afirmar a sério que uma nuvem de repente permite que se veja claramente. A erupção de um vulcão islandês e o caos aéreo que se seguiu nos convidam, entretanto, a rever nossas ideias sobre o tempo. O tempo que faz e o tempo que é preciso fazer. Para viver, para agir, para pensar. Não são somente os aviões que estão presos no solo pelo mundo inteiro. É na verdade o tempo que, ao suspender seu voo, nos força a refletir.

A primeira lição é a humildade. Eis que estamos de volta a nosso lugar. Nós somos o que somos. Passageiros em uma Terra que só faz o que bem entende, e à sua maneira nos priva de nossos sonhos de altitude. O acontecimento tem tudo para inspirar filósofos e poetas. O planeta acaba de nos oferecer um grande freio saído das entranhas da Terra e propagado até a estratosfera. Há cinco dias a humanidade dança sobre um vulcão, dança em câmera lenta. Parte da humanidade, somente: há milhões de pessoas para quem as férias, e sobretudo as viagens de avião, continuam sendo tão improváveis quanto o despertar do Eyjafjöll sob a geleira Eyjafjallajökull, na Islândia, país pouco conhecido.

Passada a surpresa – o que faz um vulcão sob uma geleira? O que faz o calor sob a proteção do frio? A natureza tem ideias esquisitas de coabitação – , medimos quem é o mais forte. Não do modo trágico dos tsunamis da Ásia ou dos terremotos do Haiti, que matam dezenas de milhares e devastam paisagens. Nem do modo cômico, pois sabemos que viajantes e empresas não veem graça nenhuma nesse contratempo custoso e infeliz.

Mas, como observou no domingo Alain Finkielkraut no “Journal du Dimanche”, “o homem não está condenado a encontrar somente a si próprio: não é necessariamente uma má notícia”. Agora teremos em nós um pouco da Islândia, e cada um de nós se sentirá atingido pelo famoso “efeito borboleta” descrito nos tratados de globalização.

Uma outra lição tem a ver com o uso do tempo. Lentidão ou rapidez? É a vez da segunda. Tudo anda mais rápido, a informação, a vida profissional, o lazer, a leitura. Ninguém mais pensa em tirar um tempo, tirar seu tempo, despertar sua “tartaruga interna”.

Qualquer ação moderna parece desprovida de tempo. Como explica o sociólogo e filósofo alemão Hartmut Rosa, em seu ensaio que está sendo publicado na França sobre a sociedade da aceleração, as esferas política, econômica e até pessoal são dominadas por essa ditadura da urgência, que nos faz reagir e não agir, nos agitar quando seria preciso pousar, se não repousar.

É um ensinamento para aqueles que nos governam: o que se faz contra o tempo, o tempo esquecerá. Mil precipitações jamais fazem uma lentidão.

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texto: Eric Fottorino, para Le Monde (20/04/2010) – tradução: Lana Lim
imagem: Jon Pall Vilhelmsson/AP
fonte: UOL Notícias

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• Ogunhê! Salve Ogum!

Ogum das matas sou eu... sou eu...
Ogum das matas sou eu... sou eu...
Quem não me conhece vai me conhecer
Quem não me conhece vai me conhecer
Eu sou lanceiro eu sou flecheiro
eu sou guerreiro Ogum sou eu
Eu sou lanceiro eu sou flecheiro
eu sou guerreiro Ogum sou eu


Ogum

As sete espadas saíram da mata
As sete espadas saíram do mar
As sete espadas saíram da terra
As sete espadas rasgaram o céu
Eu andei por ruas desertas
e um manto azul me escondeu dos perigos.
Eu andei por estradas longas
e um manto vermelho me cobriu dos inimigos.
Eu andei por terras, asfaltos e mares
e um manto prateado afastou de mim o medo.
Meu pai e poderoso Ogum!
Senhor das sete serpentes
Senhor dos sete anéis sagrados
Deito a teus pés no dia de hoje e sempre
para em louvor agradecer a tua proteção!
Ogunhê!


Oração a São Jorge, na voz de Pedro Bial

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